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justsmile

13
Jan21

As séries dos últimos tempos #3

         Voltou a época de ficar colada ao sofá nos dias frios e comer séries como se não houvesse amanhã. É claro que com isto me estou a referir às sextas-feiras e sábados, porque durante a semana é completamente impossível. E se não fosse a Netflix acho que já teria desistido de tentar ver televisão, o facto de não haver publicidades e não ter de esperar por novos episódios é das coisas que mais me fascina. Nos últimos meses temos visto algumas séries, mais eu que Ele tem andado com muito trabalho e aqui vai o resumo das melhores séries!

           Peaky Blinders ainda vimos durante as nossas férias de verão e foi das melhores séries que vi na minha vida, fiquei realmente fascinada. Adorei a história, adorei a acção e a ansiedade que criou em mim em cada novo episódio. É a história de uma família de Gangsters ambiciosa, mas com quem acabamos por criar algum nível de simpatia (algumas vezes, nem sempre!). As personagens vivem com os seus próprios demónios e é isso que torna toda a série um verdadeiro vício. É sem dúvida uma das séries que mais aconselho nos últimos tempos e facilmente se vê de uma assentada só, até porque cada temporada tem poucos episódios.

          Admito que demorei algum tempo até ganhar simpatia por Virgin River (talvez dois episódios?), mas lá fiquei agarrada à história desta enfermeira que tenta fugir das suas próprias memórias. É uma série ligeirinha, com alguma acção, mas que nos faz questionar se estamos onde realmente queremos estar e isso acabou por me manter atenta à história. É uma daquelas séries que se vê muito bem quando não sabemos bem o que queremos ver.

         Claro que não podia falhar a 2ª temporada de Coisa Mais Linda. Adoro a série e a forma como as mulheres tentam dar a volta às suas vidas para se tornarem independentes dos homens, adoro a forma como os conflitos da sociedade com os ideais de mulher mudam a vida daquelas mulheres. É uma série ligeira, mas que realmente gosto de ver e já estou ansiosa pela 3ª temporada da série.

          Adorei ver Valeria! Foi uma das séries que mais gostei de ver nos últimos tempos. Levezinha, divertida e com um toque de romantismo que nos aconchega o coração. A relação de quatro amigas faz ter saudades dos tempos em que saía com os amigos e que nos divertíamos (parece numa vida anterior!), mas não deixou de ser uma série bastante gira de ver e até rápida!

         Depois de ter visto Valéria fiquei com o desejo de ver mais uma série de romance, mas divertida e surgiu-me Amor Ocasional. A história de uma solteirona que se apaixona pelo rapaz que as amigas pagaram para a 'engatar'. Uma série com o bom humor Francês, divertida, também ela levezinha, mas que nos prende ao ecrã (nem que seja pelas parvoíces da protagonista!). Gostei bastante e vi apenas em dois fins-de-semana de muito frio!

        No entretanto vimos também a última temporada que saiu de The Crown e nossa! Aquela série é tão boa! The Crown é sem dúvida uma das melhores séries de sempre e com uma qualidade implacável! Vimos também a última temporada de How to Get Away With Murder e aquele fim estranho ficou-me na cabeça durante dois dias! E agora? Que séries aconselham a ver a seguir?

11
Dez20

O melhor de 2020

        Neste ano estranho de 2020, coisas boas aconteceram, mas foi complicado conseguir escolher o melhor deste ano ao nível das artes. Não pus os pés no cinema, fui apenas a um concerto ainda antes da pandemia e pouca coisa interessante e fora da rotina acabei por fazer. Mas se pensar bem foi um óptimo ano para séries, livros e filmes no sofá!

1. A Série

        Vi umas inúmeras séries, vi alguns filmes e perdemos horas na Netflix (bendita sejas!), mas sem dúvida alguma que a série que mais nos prendeu ao sofá foi Peaky Blinders. A qualidade desta série sobre uma família 'gangster' em Inglaterra fez com que devorássemos todas as temporadas em tempo recorde. É uma série de acção, história e com uma grande imprevisibilidade, o que nos faz desejar por cada novo episódio.

2. O Filme

        Não foram tantos assim os filmes a que assisti, mas este ficou-me na memória. Snu passou na RTP1 e conta a história de amor de Francisco Sá Carneiro com Snu, a Editora Publicações D. Quixote. Gostei tanto de conhecer a história de amor deste político tão genuíno e com um fim de vida tão trágico. Uma história de amor simples e tão bela.

3. O Livro

         Na área dos livros, não que tenha lido tanto quanto isso, mas quando pensei nos livros deste ano dois surgiram-me logo no pensamento, A história de uma serva e Para onde vão os guarda-chuvas, mas sem dúvida que tinha de optar pelo último. Para onde vão os guarda-chuvas ficou gravado na minha memória como um dos melhores livros de sempre, a simplicidade e ao mesmo tempo a complexidade do livro me deixaram presa às suas imensas páginas, mas valeu tão a pena esta aventura! É um livro impossível de não aconselhar.

4. A viagem

          A melhor viagem de 2020 foi a que ficou no meu imaginário, aquela que vi por um canudo. Aquelas férias de sonho que estavam tão bem programadas, mas veio a pandemia e pimba! O único passeio que fizemos este ano, com isto tudo do covid-19, foi realmente o meu aniversário por Chaves. A verdade é que nem tão cedo me imagino a viajar, mas quem sabe esteja mais perto do que realmente considero.

5. O post

          Este ano fez com que andasse um bocadinho desligada do blog, acho que a rotina e a falta de algo bom para escrever ou até de novidades me impediu de estar tão presente. No entanto, ao olhar para trás vejo que o post que me deu mais prazer foi "E o ritmo da vida desacelerou", pois desta fase da quarentena consegui incutir algumas estratégias no meu quotidiano que conseguir transpor para o meu dia-a-dia mais 'normalizado' como comentei em "Hábitos que ficaram do confinamento". Estes novos hábitos ficaram na minha rotina, ainda hoje e ainda bem!

 

          Por isso, 2020 foi um ano de treta? Foi, têm toda a razão, mas de certeza que conseguem encontrar coisas boas nele. E quais são as vossas coisas boas?

15
Jun20

Conversas sobre Crescer - Red Table Talk

(Imagem retirada daqui)

          Ultimamente tenho dado por mim a levantar algumas questões sobre mim mesma, os meus ideais, as minhas relações e até sobre o conceito que a sociedade tem sobre algumas palavras e tudo devido à Red Table Talk. Esta é uma série do Facebook com principais personagens a família Smith, onde Jade juntou três gerações diferentes para debater algumas temáticas essenciais ao nosso crescimento. Há algum tempo que até me considerava uma mulher muito crescida e até bastante resolvida, mas tenho-me apercebido que há ainda tanto que tenho de aprender, mudar e interpretar. A forma simples e real como Jade, Willow e Gammy levantam as temáticas fazem com que nos sintamos integrados nas conversas. Alguns dos conceitos que mais me têm levantado questões têm sido a cor da pele e o casamento, as diferentes interpretações sobre alguns acontecimentos e até sobre o próprio conceito.

        Tenho aprendido e reaprendido que é essencial lidarmos connosco próprios sem nos perdermos pelo caminho, manter as nossas prioridades, os nossos sonhos sem nos perdermos no meio dos outros e das rotinas. E que isso é essencial em todos os aspectos da nossa vida, que o percurso é doloroso, que as decisões são difíceis, mas que sem elas não existe evolução ou qualquer tipo de crescimento. É ao ver a vida inspiradora destas mulheres, todos os obstáculos que ultrapassaram e todas as decisões que fizeram mudar as suas vidas que me relembro que nunca podemos parar de crescer. Que é importante não nos perdermos em conceitos definidos pela sociedade, que a palavra 'casamento' pode ser interpretada de variadíssimas formas e que nenhuma delas nos impõe seja o que for. Que o bem estar das relações parte principalmente do nosso equilíbrio pessoal e que esse equilíbrio é essencial para a harmonia da relação e até que existem temáticas difíceis de discutir mas que são necessárias para uma boa relação.

        Tenho aprendido sobre a cor da pele, sempre vi os seres humanos sem cor de pele, apenas como seres humanos. Pelo menos pensava isso e fui aprendendo que existem muitas realidades para além da minha e que, mesmo sendo-se famoso, as coisas nunca são tão simples quanto podemos pensar. A cor de pele é uma temática com dois sentidos, não apenas um e tenho aprendido que isso depende de dois lados e não apenas de um.

        Red Table Talk tem sido uma lufada de ar fresco, sobre temáticas difíceis, sobre temas sensíveis, mas que nos fazem aprender imenso. Mais que não seja, faz-nos querer reflectir e a mudança de tudo na vida começa por aí, por uma reflexão e a vontade de mudança.

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