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13
Abr18

Vamos Dar o Nó #14

 

       Hoje começa a verdadeira contagem decrescente para irmos dar o nó: 90 dias. Ele já começa a sentir o nervosinho miudinho, notou-se no dia em que fomos escolher as músicas para a cerimónia. Eu continuo a sentir-me tranquila, apenas ansiosa para que passe esta fase da minha vida, estou cansada desta loucura de ter tanta coisa a percorrer-me na cabeça, estou cansada de não ter tempo para parar e desfrutar o momento e a ansiedade apenas aumenta porque quero que o dia do casamento passe para finalmente conseguir respirar um bocadinho. Vá, talvez não seja realmente uma noiva normal, mas acho que aos bocadinhos vocês se têm apercebido disso. Aos poucos as coisas também se vão recompondo, apesar de Ele achar sempre que falta imensa coisa, eu começo a sentir-me orientada e a saber que faltam os pequenos pormenores e não coisas extremamente importantes. As obras têm necessitado de todas as nossas energias e o casamento acaba por passar, de uma forma inconsciente, para segundo plano, contudo o último mês já deu para dar alguns passinhos.

       Durante o último mês conseguimos experimentar as alianças e escrever as nossas gravações para as mesmas (em breve mostro-vos a frase). Tivemos a nossa fabulosa aula de dança e até Ele conseguiu comprar o fato. Foi um mês de pequenos avanços, com os horários extremamente ocupados e sempre com decisões a serem tomadas. A nossa sorte é a fabulosa capacidade de decisão que temos, tenha sido no fato ou nas alianças, eu e Ele temos conseguido tomar a maioria das decisões na hora, sem muitas demoras. Esta capacidade de tomarmos decisões rápidas tem-nos permitido colocar mais uns quantos 'Checks' na nossa lista de tarefas a fazer. As lembranças das crianças já estão lá em casa, as músicas do coro foram decididas na hora e sem muitas hesitações e até os meus sapatos, apesar de não terem sido ainda adquiridos, estão mais que decididos. É verdade que não procurei mais, vi uns únicos sapatos e apaixonei-me e agora não consigo tirá-los da cabeça. Ele costuma ser um bocadinho mais indeciso que eu, contudo tem-se mostrado à vontade para tomar decisões, para despachar situações e com a vontade crescente de riscar mais umas quantas coisas da lista. Aos bocadinhos temos avançado com os preparativos, mesmo tendo a casa num caos e estar cansadinha de obras.

         Assim, a 90 dias do casamento já temos:

  • Quinta: CHECK
  • Fotógrafo: CHECK
  • Cabeleireira: CHECK (Ainda não marquei a hora! Tenho de marcar sem falta!)
  • Maquilhadora: CHECK (Consequentemente, não marquei também a hora e acho que está mais que na altura de o fazer!)
  • Vestido: TRATADO (Começo a ficar um bocadinho ansiosa quanto ao vestido, simplesmente por ainda não o ter visto, no entanto, mais duas semanas e irei entregar os tecidos à costureira.)
  • Carro da noiva: CHECK (Hummm... Quem vai ser mesmo o condutor?)
  • Alianças: CHECK (Prontíssimas, só falta ir buscar!)
  • Convites: CHECK (Ele tem a responsabilidade de entregar dois que estão em falta!)
  • Igreja: CHECK 
  • Padre: CHECK (Não deveria marcar uma reunião?)
  • Lua-de-mel: CHECK (Bendita lua-de-mel! Já começo a estar ansiosa!)
  • Decoração e menu: CHECK
  • Bolo de casamento: CHECK
  • Lembranças: CHECK (A das crianças também já estão adquiridas! Yei!)
  • Fato do noivo: CHECK (E respectivos acessórios.)
  • Coro: CHECK (Escolhido, contratado e músicas seleccionadas.)
  • Sapatos da noiva: Só tenho de os ir comprar, estão mais que escolhidos.

       Durante o próximo mês temos umas quantas coisas para tratar, na próxima semana iremos dar a entrada dos papéis na conservatória, temos a sessão de solteiros no primeiro dia do mês de Maio e ainda vou finalmente fazer o vestido de noiva. São tudo momentos que me deixam ansiosa, não de stressada, não do aspecto negativo, mas principalmente porque os quero viver, usufruir e sorrir muito com eles. A data começa a aproximar-se, não me sinto nervosa nem nada que se lhe pareça, mas começo a ficar ansiosa com o momento. Pode parecer a sensação de despachar o momento, mas a verdade é que simplesmente quero viver aquele dia e depois relaxar, apenas isso. Se os últimos meses passaram rápido, acredito que os três que faltam vão passar num abrir e fechar de olhos e eu até lá só quero organizar-me, orientar tudo e mais alguma coisa e sorrir, ser feliz por este momento da minha vida estar cada vez mais perto.

        Já começa a faltar pouco!

09
Abr18

Do amor... #26

- Li o teu post do outro dia. - Diz-me Ele enquanto fazemos o nosso serão no sofá.

- O dos preparativos do casamento? - Referia-me a este post aqui.

- Sim. Quem lê parece mesmo que temos tudo controlado, até sabe bem ler. - Responde Ele olhando para o teto da sala.

- Mas não temos? Eu acho que temos tudo controlado... - Parei, pensei... - Mas afinal o que nos falta fazer para estar tudo controlado?

- Falta isto, falta aquilo, falta ainda pensar nisto. E ainda nem decidimos isto. - Ele começou a inumerar algumas coisas que ainda temos para decidir nos próximos três meses.

- Oh! Não me stresses antes de ir dormir que eu quero descansar. - E lá continuou Ele a saga de inumerar coisas que ainda nos faltam fazer.

- Sabes o que vamos fazer? Vamos amanhã, fazer uma listinha de tudo o que nos falta fazer e o melhor é pedires ajuda à tua colega de trabalho para a lista.

- Mas ela nunca se casou... - Argumentei, achando totalmente desnecessário aquele nível de stress.

- Pois não, mas parece perceber mais da coisa que nós.

 

E agora digam-me o que faço com este homem

28
Mar18

Do amor... #25

(Imagem retirada daqui)

 

Ontem, já deitados no sofá debaixo da manta, do nada Ele diz:

- Vou mesmo casar-me contigo, como é que é possível?

- Que tem? Não queres passar o resto da tua vida comigo? - questionei-o, olhando para aqueles olhinhos de sono.

- Quero claro, mas não pensei que algum dia me casasse.

- Diz o homem que ao fim de um mês de namoro me pediu em casamento. Essa conversa de que não querias casar é toda muito bonita, mas no teu inconsciente querias, senão não me tinhas pedido em tão pouco tempo.

- Oh, eu só pedi porque sabia que querias.

- Mesmo nunca tendo falado no assunto. Ainda assim eu queria casar, mas dispensava esta festa toda, eu só queria o piquenique! - argumentei pela milionésima vez. De todo este processo, a grande festa é a parte que ainda me causa maior confusão.

- Mas eu nem queria casar. - co-argumenta o senhor. - E vou-me casar.

- E eu só queria o piquenique e já vou na quinta, no vestido grande, no fotógrafo. Eu só queria casar e o piquenique! - argumento, isto visto de uma noiva que continua a achar que seria um casamento maravilhoso um piquenique no parque da cidade.

- Está bem, mas voltemos ao início. O que importa mesmo é que vamos casar-nos.

E no fundo, apesar da festa ter sido escolha dele, apesar de fazer de conta que nunca se quis casar, a verdade é que no fim disto tudo o mais importante é que nos vamos casar.

 

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