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justsmile

13
Jan20

Desejos de Poupanças para 2020

(Imagem retirada daqui)

      Uma das minhas resoluções de 2020 é, sem dúvida alguma, poupar mais do que em 2019. Não é que não tenha poupado, mas este ano de 2020 espero começar a fazer a nossa casa e sei que daí irão advir muitas despesas extras com as quais, provavelmente, não estamos a contar. Assim, sabendo que vem aí um par de anos bastante dispendiosos (coisa que tanto me assusta ao construir uma casa) sei que tenho de poupar no máximo de coisas possíveis. Há apenas uma coisa de que não quero abdicar, que a alguns poderá parecer bastante fútil, umas férias, considero-as essenciais à minha sanidade mental e até considero que é importante contar já com essa despesa para fazer orçamentos futuros. No entanto, há outras coisas nas quais não me importo minimamente de poupar ou que até, aos meus olhos, são menos essenciais, nomeadamente:

      - Poupar nas idas a jantar fora, nunca me tinha apercebido do quanto gastamos ao longo de um ano em ir jantar fora, mas no final das contas de 2019 apercebi-me que ainda é um valor considerável. É verdade que não é muito comum irmos os dois jantar fora, mas no meio das jantaradas com os meus amigos, com os amigos dele o orçamento utilizado em 2019 para essa fatia das despesas assustou-me! Uma das coisas em que 2020 quero poupar é nas idas a jantar fora, take-way não é algo a que recorremos com frequência, mas as jantaradas com estes e com aqueles levaram-nos um bom valor do orçamento. Em 2020, as coisas serão diferentes!

      - Poupar nas despesas de roupa e calçado, durante o ano de 2018 fomos demasiado contidos ao comprar este tipo de produtos, o que fez em que 2019 o orçamento desta área triplicasse! Como no ano passado conseguimos ir substituindo a roupa necessária e como acabamos por encher mais o armário, com calçado e roupa de melhor qualidade (coisa que também se paga mais caro), espero que este ano a roupa não tenha uma fatia tão grande nas nossas despesas. Afinal, espero que o facto de ter investido em qualidade me leve a ter de substituir menos peças de roupa.

      - Poupar em médicos e farmácia, apesar de não ter começado 2020 da melhor maneira (já fui ao médico e já fui duas vezes à farmácia), espero este ano ao ter melhorado a minha alimentação, ao tentar diminuir alguns factores de stress na minha vida (como foram os estudos no ano passado) e até a ter começado a praticar exercício físico, considero que os valores gastos em saúde sejam menos dispendiosos ao longo de 2020. Aliás, este ano até na prevenção apostei ao tomar a vacina da gripe e ao tomar vitaminas, por isso no fim de 2020 espero dizer que as minhas despesas com médicos e farmácia diminuiu drasticamente!

    Há noutras coisas que adoraria conseguir diminuir o orçamento, mas são coisas demasiado incertas, como por exemplo no combustível, no mecânico e no supermercado. Para tais contas diminuírem o seu valor seriam necessárias algumas alterações na nossa vida profissional, nomeadamente, trabalhar mais perto, como me parece que tal facto está longe de acontecer, volto a definir objectivos que estão inteiramente e exclusivamente dependentes de mim (e da boa sorte!).

        Ao falar aqui destas coisas, até parece que em 2019 não poupei em nada, o que não é verdade. Conseguimos poupar ainda algum dinheiro que nos permite começar a avançar com as coisas para a construção da nossa casa, o que faz com que algumas das nossas técnicas de poupança sejam para manter em 2020, nomeadamente:

        - Continente Online, parece que não mas pagar a anuidade de entrega das compras do Continente Online permitiu poupar algum dinheiro, porquê? Porque quase tudo o que compramos para casa está em promoção, sejam detergentes, mercearias ou outros afins. Começou a ser mais fácil verificar as verdadeiras promoções das supostas promoções e ainda conseguimos poupar dinheiro em deslocações e tempo.

      - Registar todas as despesas, eu fui muito certinha ao longo deste ano, Ele nem tanto. O que não nos dá uma informação fidedigna sobre as nossas despesas no final de 2019, no entanto esta é uma daquelas técnicas que temos de manter em 2020, para ver como andam os pontos de situação dos nossos orçamentos.

Estas foram sem dúvida aqueles dois aspectos que mais me ajudaram ao longo de 2019 a manter as minhas finanças debaixo de olho. Quero preservá-las para 2020, mas quero realmente cortar alguns custos, de modo a conseguir poupar mais e melhor ao longo de 2020. Têm mais sugestões para poupanças?

26
Ago19

Conhecem o Plano Well's Saúde?

(Imagem retirada daqui)

         Quem segue o meu blog sabe que no início deste ano a minha saúde não andava a melhor. Estive alguns dias de baixa, sem saber o que se passava realmente comigo e acabei por frequentar as consultas privadas para ver se a coisa se resolvia mais rapidamente. Costumo ir a um Hospital Privado aqui da zona onde normalmente as consultas são atempadas e de fácil acesso. Acabei por gastar uma pequena fortuna em consultas, exames e afins, sim porque ao ir ao público apenas me despacharam com antibióticos e a coisa não estava a correr muito bem. Na hora de pagar utilizava o Plano de Saúde da Medicare de quem era cliente há alguns anos, até que a senhora da secretaria (bendita seja!) me perguntou se tinha Cartão Continente, afirmei positivamente, "Compensa-lhe utilizar o Plano da Wells", responde-me a senhora. Sem perceber bem lá pedi que me esclarecesse e agora passo-vos a informação que desconhecia.

           Quem tem Cartão Continente, tem acesso a um Plano de Saúde da Wells de forma totalmente gratuita em que as consultas de especialidade e exames ficam significativamente mais baratos, com o acréscimo de ficar ainda algum valor em Cartão Continente. Ou seja, as consultas ficaram-me ainda mais baratas do que com o meu Plano de Saúde da Medicare, onde pagava mensalidade, pelo simples facto de acumular dinheiro em Cartão Continente. Parece sorte a mais não parece? Mas a verdade é que o Plano é totalmente gratuito, basta sermos Clientes Continente e dar o nosso número de cliente na recepção na hora das compras. Podem tirar todas as vossas dúvidas aqui. E não, não é qualquer tipo de publicidade é simplesmente para vos ajudar a poupar

           Já conheciam?

17
Mai18

Dicas Para Quem Vai Deixar o Ninho

 

(Imagem retirada daqui)

 

     Há alguns anos que sonhava com o momento de sair de casa dos meus pais. De três filhos fui a única que nunca saí de casa para estudar, fui a única que sempre permaneci na mesma casa e nem para trabalhar saí da minha zona de conforto. Não por querer, não por ser demasiado agarrada às minhas raízes (se calhar este argumento até teve um bocadinho de peso), mas também porque nunca me surgiu nenhuma oportunidade que me fizesse pegar nas malas e ir. No entanto, pouco tempo depois de começarmos a namorar começamos a pensar no nosso futuro juntos e era algo que falávamos muito. A sorte nunca nos ajudou muito, afinal sair de casa dos pais obriga a ter pelo menos um emprego, coisa que durante os primeiros anos de namoro eu e Ele nunca tivemos ao mesmo tempo. Ora estava eu empregada, ora estava Ele desempregado e vice-versa. Foi apenas há quase dois anos, que pela primeira vez, ficamos empregados ao mesmo tempo e que decidimos começar a planear, de forma objectiva, o nosso futuro juntos. Sem ainda nos termos decidido fosse pelo que fosse, se ficar na terrinha, se alugar casa, se construir, sabíamos pelo menos uma coisa, sair de casa dos pais iria ser um objectivo que envolvia muitas despesas. De forma a conseguirmos juntar coisas aos bocadinhos começamos a comprar coisas para a nossa casa numa altura em que ficamos os dois empregados e que uma certeza tínhamos, num futuro próximo, mas sem saber qual, queríamos viver juntos. Assim começamos por comprar pequenas coisas para o nosso enxoval, pratos, copos, lençóis, coisas que não se estragariam se ficassem bastante tempo guardadas. É verdade que não tínhamos uma data definida, mas pelo sabíamos que o nosso futuro passaria por vivermos juntos e que o ideal era começar a comprar coisas para depois não doer tanto na conta bancária.

       Entretanto começamos a ver casas, apartamentos para alugar e terrenos para comprar. Tínhamos a área definida, mas tudo nos parecia acima dos nossos limites. Quando, quase como por milagre, surgiu-nos um negócio incrível para comprar um terreno na terrinha em que ficávamos perto de tudo e de todos. Eu ainda apaixonada por um apartamento e Ele pelo terreno de sonho, decidimos seguir os nossos instintos e sonhos e lá compramos a selva. Foi a partir daí, com um nadinha de mais estabilidade financeira, que o casamento começou a ficar definido e em que os meus pais nos fizeram a proposta de realizar obras para conseguirmos construir a nossa casa de sonho e conseguirmos poupar, não era a nossa opção de sonho, mas lá cedemos e neste momento temos quase a casa pronta. Quem me segue há algum tempo acompanhou-me nestas aventuras e dilemas, no entanto a quem lê pela primeira vez era necessário esta nota introdutória. Contudo, este post é sobre o que aprendi sobre estas coisas de deixar o ninho dos pais, sei que não são para todos, mas comigo funcionaram, até porque sempre fizemos tudo de forma independente.

 

     1º Fazer contas, muitas contas. Eu e Ele não temos uma rede de apoio financeira que nos pudesse auxiliar se a coisa corresse mal e por isso, antes de darmos este passo necessário, tivemos de fazer milhentas contas. Tivemos de esperar para termos os dois emprego, ter alguma segurança financeira e, principalmente, conseguir juntar algum dinheiro. Sair de casa dos pais é uma despesa enorme cheia de pequenos pormenores e imprevistos e por isso é necessário ter alguma segurança financeira.

 

      2º Planear com antecedência. Nunca tivemos bem uma data definida até encontrarmos a segurança que necessitávamos, no entanto há muito que o planeávamos o que nos permitiu começar a fazer o enxoval e a juntar dinheiro. Esta foi uma das melhores decisões que tomamos, fazer as coisas com calma permitiu-nos poupar imenso dinheiro, tempo e antecipar alguns problemas que poderiam surgir pelo caminho.

 

       3. A antecedência permite apanhar promoções. Nada, repito, nada do que compramos para o nosso enxoval não estava em promoção. Começamos a fazer o enxoval ainda sem data marcada, o que nos permitiu ir comprando aos poucos as coisas que realmente gostávamos em promoção. Não houve a necessidade de comprar nada sobre pressão o que fez com que poupássemos imenso dinheiro, fosse com acessórios de cozinha ou com electrodomésticos. Os pratos tiveram 20% de desconto, as chávenas de café que andei a namorar algum tempo foram compradas com 50% de desconto e até os electrodomésticos foram comprados em Fevereiro e só vão ser montados esta semana e só nisso foi uma poupança de 500€. A vantagem de planear tudo com antecedência fez com que estivéssemos em cima de todas as promoções e mais algumas! No fim das contas poupamos um bom dinheiro!

 

       4º Pedir orçamentos em lojas grandes e pequenas. Rechear uma casa é extremamente caro e estou a falar apenas dos móveis. Inicialmente tínhamos em mente ser tudo Ikea, a cozinha, a sala e o quarto, mas quando começamos a ver os preços assustamo-nos um bocado e começamos a procurar fora das grandes cadeias comerciais. Procuramos em pequenos fabricantes de móveis, alguns até nossos conhecidos, e a verdade é que tudo, ainda com melhor qualidade, ficou bem mais barato do que o Ikea (o colchão e a cozinha então foram para valores absurdamente mais baratos). Vale muito a pena procurar outros comerciais e pedir orçamentos, no final basta apenas fazer a escolha entre o que querem. A vantagem é que normalmente adaptam-se às vossas áreas e os orçamentos são feitos de forma gratuita e a montagem costuma estar incluída.

 

       5º Ponderar entre alugar, comprar, construir. Esta é sem dúvida a decisão mais difícil, a que exige maior ponderação e que depende de mais factores externos. Depende do tipo de emprego, do tipo de profissão que se tenha, do tipo de objectivos pessoais. É uma decisão que tem de ser bem ponderada, bem pensada e que, novamente, exige muitas contas. Nós tomamos a decisão de construirmos porque não podemos sair muito da área que vivemos neste momento e porque comprar casas nesta zona é quase como sair o euromilhões (algo que ainda não nos aconteceu) e como para tal ainda temos de juntar algum dinheiro, acabo por sair do ninho dos pais de uma forma apenas parcial, afinal, apesar de toda a independência continua a ser a casa dos meus pais. No entanto, quando se faz as coisas com tempo existe a oportunidade de escolher aquilo que é melhor para nós.

 

        Sei que nem sempre dá para se fazer as coisas com calma, sei que nem toda a gente teve a oportunidade de juntar dinheiro para comprar um terreno ou que não puderam simplesmente esperar para sair de casa porque o emprego dependia disso, mas esta é a minha experiência e daí partilhá-la com vocês. Foram estes aspectos todos que me ajudaram a avançar e a poupar uma boa quantidade de dinheiro. Agora? Agora é realmente esperar pela cozinha, ter as minhas coisinhas todas na casa nova e começar a vida a dois que tanto ansiamos.

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