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justsmile

07
Out20

A mudança para champô sólido

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(Imagem de Just Smile)

       Um dos meus objectivos para 2020 era diminuir o meu lixo, aliado de mudar alguns produtos de beleza para produtos mais naturais. Admito que essa mudança tem sido lenta, mas já consegui dar alguns passos, o gel de banho já não é utilizado por mim e agora passei também para um champô sólido. Admito ainda que esta última mudança ainda foi a que mais receei e mais pesquisei por vários motivos, tenho uma pele bastante sensível e faço facilmente reacção alérgica a qualquer produto e ainda o preço para investir em algo que não sabia se iria ser do meu agrado ou não. Mas como o meu champô estava a terminar, lá decidi arriscar.

       Antes de comprar um champô sólido decidi fazer uma pesquisa sobre os que estavam à venda no mercado e procurei por opiniões reais, afinal o meu cabelo é demasiado oleoso e fino para experimentar qualquer coisa (já para não referir, novamente, as minhas ricas alergias). Vi vários preços e opiniões nos próprios sites, mas foi em blogs que procurei as opiniões e onde me baseei sobre os mais variados produtos, afinal já existem muitas marcas de champôs sólidos. Acabei por optar pelo champô sólido para cabelos oleosos da loja Mind The Trash, produtos naturais e as opiniões pareceram-me ser bastante boas. Lá comprei o champô e...

        Não é que gostei? No primeiro dia em que o usei abusei do champô e demorei imenso tempo a tirar a espuma do cabelo, nunca pensei que um champô sólido desse tanta espuma. Nas vezes que se seguiram tive mais cuidadinho. E o cabelo? Ficou com uma leveza que já não sentia há algum tempo e com um cheirinho fresquinho bastante agradável. Quanto à oleosidade, consigo lavar o cabelo dia sim dia não, o que para mim já é óptimo. Fiquei bastante surpreendida por ter gostado deste champô e ainda para mais é feito de produtos naturais.

        Este champô foi sem dúvida mais um passinho no desperdício zero e para me tornar mais amiga do ambiente, até porque a embalagem é de papel reciclado. Yupi! Mais um passinho!

14
Ago20

Um passo atrás no desperdício zero

(Imagem retirada daqui)

          A minha caminhada nos caminhos do desperdício zero está muito lenta e isto do Coronavírus fez com que desse um enorme retrocesso nesta minha caminhada. Admito que ainda nem perto estava de conseguir atingir os meus objectivos devido a várias questões, tempo para produzir os meus próprios produtos e até os custos dos produtos em vidro ou que exigem menos plástico. Ainda estava longe de chegar ao patamar pretendido, mas a chegada desta pandemia fez-me dar um passo atrás o que me incomoda bastante. 

         Já tinha deixado os sacos de plástico de lado na minha vida, com excepção do talho e peixaria, utilizava os meus próprios sacos para as compras e frutaria e tinha bastante orgulho nisso. Com a chegada deste vírus voltei a utilizar os sacos de plástico para evitar lava-los porque são de rede e o Continente Online já não aceita a devolução dos seus sacos de plástico. Estava tão habituada a não ter sacos de plástico em casa que já não sei bem o que lhes fazer. 

         Numa fase inicial desta pandemia ainda recorri a luvas descartáveis, finalmente decidi deixar de as utilizar nos últimos meses, mas durante algum tempo esse factor incomodou-me. Tudo o que é descartável voltou a estar em cima da mesa e o caixote do lixo apenas aumentou, tudo com diferentes tipos de plástico e alguns deles não recicláveis.  Este factor tem-me incomodado bastante, ao mesmo tempo que quero diminuir o plástico na minha vida, também quero impedir o máximo possível do vírus entrar em minha casa. Evitamos utilizar máscaras descartáveis, as luvas já deixaram de o ser, mas tenho reparado que em pequenas coisas voltamos a cair nos hábitos antigos. 

       Desde junho de 2019 que pouca coisa mudou. Os microplásticos desapareceram da nossa rotina de higiene pessoal, mas o detergente da máquina da louça ainda se mantém e sinceramente não sei se tão cedo se modificará. De resto, nada mudou e a sensação que tenho é que só piorou... Serei só eu?

28
Ago19

Mudar a alimentação não é fácil!

(Imagem retirada daqui)

         Ao longo dos anos fui considerando que tinha uma alimentação saudável, no último ano tenho a verdadeira percepção de que melhorei a minha alimentação, criando a percepção de uma falsa ideia quanto à minha antiga alimentação. Introduzi mais legumes do que aquilo que estava habituada na casa da minha mãe, com excepção do verão, comemos várias vezes sopa, aumentei o número de peças de fruta que como por dia e habituei-me a beber mais de 1,5l de água por dia. Tenho a perfeita noção de que os meus lanches são mais saudáveis, que a minha cozinha é um local com bastante variedade de legumes e frutas e até que os meus snacks hoje em dia não são só bolachas. Contudo, com estas questões da ecologia tenho-me apercebido que um dos grandes problemas é realmente o consumo de carne. Eu já tento evitar pensar no conteúdo químico que as carnes que ingiro contêm, mas para acrescentar a esta grande problemática veio o impacto que a produção de carne tem no meio ambiente. Admito que é bastante assustador aperceber-me dessa situação de algo que consumo, não diariamente, mas quase. Cada passo que dou, parece que me defronto com novas necessidades de mudança para com o nosso planeta.

          Sinceramente, não me imagino a viver sem carne, mas principalmente sem peixe. Cá em casa privilegiamos as carnes brancas, além de serem uma questão de preferência são também uma escolha devido a terem o menor de malefícios possíveis, mesmo sabendo que nunca serão 100% saudáveis. Sem peixe então, definitivamente não viveria, mas a verdade é que quero tentar implementar um dia de comida vegetariana por semana na nossa casa. Não é fácil para quem desconhece esse mundo e acha sempre que irá sentir falta da carne ou do peixe, contudo tenho tentado fazer esse esforço, já não é apenas por uma questão de ser mais ou menos saudável, mas para tentar diminuir a pegada ecológica da nossa família. Tenho-me tornado cada vez mais consciente da necessidade de mudar hábitos em prol do ambiente, mas nem sempre é fácil. Há tempos queria fazer bolachas, sumos e todo o tipo de afins a partir da Yammi 2 para diminuir o consumo de produtos artificiais, mas esqueci-me de que o tempo é um requisito necessário para essas tarefas e fui compreendo da impossibilidade de tal coisa acontecer. Hoje opto por ler mais rótulos e optar por coisas mais naturais, as bolachas (tirando as d'Ele) diminuíram drasticamente e tenho-as substituído por frutos secos ou por um iogurte a meio da manhã. Água tem sido uma preferência, exceptuando em festas, e no último mês tenho conseguido fazer pelo menos uma refeição vegetariana por semana, não que Ele aprecie muito, mas pelo menos os hambúrgueres de feijão preto valeram a pena. 

          Admito que mudar a alimentação tem sido bastante difícil, principalmente na compra dos produtos, no entanto tenho feito o esforço para conseguir diminuir a minha pegada ecológica e ainda assim alimentar-me de forma económica e saudável. Vocês tinham noção desta realidade assustadora?

 

 

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