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justsmile

20
Mar19

Olá Primavera!

(Imagem retirada daqui)

       Olá Primavera!

     Este ano foste muito ansiada, mesmo com a pouca chuva que caiu e o frio que nunca chegou a ser extremo, mas todas as doenças que o Inverno trouxe só me fizeram desejar pela tua chegada. Anda e traz alguma da tua alegria, da tua cor para a minha vida. Traz os dias mais compridos, para ver se encontro mais energia e, principalmente, traz um bocadinho mais de saúde para estes lados (e até para a Passarada) que a coisa não tem andado muito bem. Sei que talvez já seja pedir demais, mas pedia que trouxesses contigo menos problemas, mais soluções e até mais paciência. Até te peço um bocadinho de chuva, algo que nem aprecio muito, mas sei que é essencial para a sobrevivência. O Inverno não foi bom amigo este ano e por isso tenta compensar um bocadinho o teu antecessor, afinal a alegria e a cor costuma vir aliada à tua estação, por isso partilha aquilo que tens de melhor!

26
Jul17

50 tons de Just Smile

(Imagem retirada daqui)

 

Desenganem-se se pensam que venho aqui falar de chicotes e algemas. Desenganem-se se venho falar de palmadinhas e fatos de cabedal. Eu simplesmente venho falar da minha pele morena ou pelo menos da minha tentativa de ser morena.

Adoro o verão, adoro o calor e as roupas leves. Adoro a sensação de andar sempre de sandálias com os pézinhos ao fresco. O que não gosto? Dos mais variados tons que a minha pele ganha. Então passo a explicar: sou uma pessoa que fica facilmente morena, não pensem num moreno de mulato, mas num moreno saudável. Basta estar numa esplanada que ganho nos braços uma boa corzinha, sem exageros, algo apenas que indica que é verão. Nunca fico extremamente pálida, nem demasiado morena. No entanto, entre o tom de inverno da minha pele e o do final do verão fico com pelo menos mais dez tons de pele. 

- Então porquê? - Questionam-se vocês.

Fácil, porque é tão fácil ficar morena que fico de qualquer forma. Basta uma caminhada com umas sandálias que no final do dia já tenho a marca das suas fitas. No dia seguinte pego noutras sandálias e já ganho o desenho dessas sandálias. Se uso uma camisola cabeada fico com a marca dessa camisola e se no dia seguinte a camisola já é mais decotada nas costas, já volto a ter outro desenho. O cúmulo é nas pernas, entre as minhas virilhas e os meus joelhos tenho cerca de cinco diferentes tons de pele, cada um marcado por uns calções ou um vestido diferente. Ora porque um é mais curto, ora porque outro é ligeiramente mais comprido ou porque os calções são o meio termo. E já nem falo dos biquínis, que ultimamente tento sempre optar por cai-cai para não ficar com tantas variações de cor, ainda assim garanto-vos que tenho pelo menos três tiras de branco diferentes nas minhas costas, isto porque uns são mais largos que outros.

Eu adoro o verão, adoro ficar com este bronzezinho saudável (até porque uso o fator 50), mas odeio ter tantas variações de cor. Basta uns raios de sol, distraidamente que lá venho com um braço mais moreno que outro, a marca de uma pulseira ou até as sandálias novas que fizeram uma nova marca no pézinho.

No final do verão já não sou só a Just, sou a Just e os seus 50 tons.

13
Set16

A experiência de pintar o cabelo

IMG_20160912_202453.jpg

(Imagem de Just Smile)

 

Uma das minhas resoluções de ano novo era pintar o cabelo. Parece banal, quase todas as mulheres à face da terra já pintaram o cabelo. Pois bem, aqui a Just, a única vez que pintou o cabelo foi em casa e a cor foi exactamente a mesma que a do próprio cabelo. E porquê uma resolução destas? Simples, precisava de sair da minha zona de conforto. Ora não pintava o cabelo porque não queria gastar dinheiro, ora não pintava porque tinha sempre a sensação que ia ficar ridícula. Fui adiando, adiando e sabia que ao definir como resolução de ano novo isso iria obrigar-me a entrar em cumprimento comigo própria. Ainda assim continuei a adiar, ou porque não ia à cabeleireira e não me apetecia ir só para pintar, ora porque estava desempregada, ora porque não tinha definido nada na minha mente. Este sábado passado acabaram-se as desculpas. Andava desesperada para cortar o cabelo comprido que nunca na vida tinha tido e estava decidida que ia pintar o cabelo.

Cheguei à habitual cabeleireira, sentei-me à espera, enquanto lia Harry Potter e ouvia uma conversa de senhoras reformadas demasiado ocupadas e preocupadas por estarem ali à espera de serem atendidas. Quando chegou a minha vez disse que queria pintar, a mulher, que já me conhece e com quem convivo de longe a longe, questionou-me como queria. Ora, sabia que queria tons vermelhos e não queria pintar o cabelo todo, se isso eram madeixas eu já não sabia dizer. Lá aprendi a diferença entre madeixas e nuances e optei pelas nuances avermelhadas que agora trago no cabelo. Mas foi quando me apercebi que ia encher o cabelo de chumbo e de tinta cor de beterraba que me assustei pela primeira vez “Tens a certeza que não vai ficar desta cor?”, “Não, está descansada que não fica, vais ver que vai ficar giro”, “Mas tens a certeza?”, admito que quando vi aquela cor na tigela confiança não era o meu forte.

Depois de quase uma hora com o cabelo anti-contacto-com-aliens, depois de duas lavagens e uma enorme tesourada ao cabelo, lá vi o resultado. “Hummm… até gosto.”, não parecia a pessoa mais segura daquilo que dizia e fiquei demoradamente a olhar para o espelho, e só perguntei “Vão ficar mais escuras?”, ela lá abanou a cabeça e disse que sim. Vim embora e ao fim de dois dias ainda não estou habituada a esta mudança, gosto, mas é estranho olhar-me ao espelho e ver o cabelo com pedaços vermelhos espalhados pela cabeça, quase como se me tivesse passado spray na cabeça.

Resultado desta experiência? Gosto, mas não a volto a repetir e nem é pelo preço, nem pela cor, até porque a mudança fez-me bem e dá-me o ar rebelde que não tenho (só quando vêem a tatuagem nas costas é que dizem que não devo ser a santa que pareço), mas por uma simples razão: não tenho paciência. NOSSA! Têm noção que perdi mais de duas horas da minha vida num salão de cabeleireira para me encherem a cabeça de chumbo, pintarem com uma trincha fios de cabelo, para ficar com dores de pescoço por mal me conseguir mexer e depois ainda me terem de secar e cortar o cabelo? Sou muita coisa, mas paciente não é definitivamente o meu forte.

Ainda assim, gostei da experiência, mas tenho a certeza que não me voltam a apanhar nesta.

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