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justsmile

30
Out18

Comentadores de blogs

(Imagem retirada daqui)

 

       Esta semana estive na homepage do Sapo. Admito que não tinha visto lá o meu post, aliás, cada vez se torna mais difícil ir ao computador ao longo do dia. No entanto, num momento de intervalo e através do telemóvel, apercebi-me que tinha muitos comentários ao post sobre a minha opinião do novo presidente do Brasil. Estranhei, é claro. Apesar de ter muitos seguidores não é habitual ter tantos comentários de anónimos e de pessoas que nem sequer conheço. Estranhei, mas nem questionei duas vezes, até ao momento em que vejo um comentário ao meu post cheio de boa argumentação, cheio de uma sabedoria fantástica e cheio de conhecimento "Tens 13 aninhos?". Um comentário, portanto, cheio de informação à minha partilha e com boa capacidade de argumentação. A verdade é que me deixou sem palavras, ainda hoje ficará ali solitário no post. Publiquei-o, claro, a minha censura só funciona para insultos (lamento, mas não tenho este espaço para ser insultada) e então para ali ficou o comentário.

        É bom sermos destacados pelo Sapo, é óptimo saber que as nossas palavras são partilhadas e que têm algum valor, nem que seja meramente opinativo, mas um destaque vem sempre associado a comentadores que não estão de bem com a vida ou que acham sempre que sabem mais que os outros e que apenas a sua razão é válida (todos os comentários deste post estão publicados). Acho que todos poderemos dizer o que quisermos e termos diferentes opiniões, mas não precisamos de as partilhar com raiva, com negatividade ou até a transmitir sentimentos negativos a quem tem uma opinião diferente. Todas as opiniões são válidas, mas há que saber partilhá-las e se é para falar, que seja com algum conteúdo. Admito que o comentário acima mencionado me pareceu despropositado ou simplesmente não consegui compreender a sua essência (se teve alguma), mas a minha opinião é tão válida quanto as dos outros. Todos podemos comentar, seja aqui, seja no Facebook ou em qualquer outro lugar, mas porque raio o temos de fazer das formas mais inapropriados? Deveria de existir um curso de boa educação online, vá, se calhar apenas de boa educação bastava...

10
Ago16

Livros, a medicação para a mente

(Imagem retirada daqui)

 

Este fim-de-semana, prestes a terminar o quarto livro de 'As Brumas de Avalon', olhei para a minha estante e apercebi-me que não tinha mais nenhum livro para ler (coisas de poupanças). Entrei realmente em alvoroço, comecei imediatamente a pesquisar livros em que estava interessada, em segunda mão, e a contactar possíveis vendedores. Andei a averiguar nos sites as promoções e ainda a ver algumas sugestões. O pânico instalou-se quando me apercebi que por muito que encomendasse os livros em segunda mão ou em livrarias, estes nunca chegariam esta semana a casa (o correio azul faria com que a poupança fosse nenhuma), ainda assim encomendei dois online e outro decidi comprar numa livraria perto de mim, não fosse no próximo fim-de-semana não ter livros para me acompanharem para a piscina.

Chego a casa todo contente e informo a minha mãe de que chegarão nos próximos dias dois livros pelo correio, pois costuma ser ela a receber o senhor.

- Foste à farmácia. - interpretei isto como uma pergunta e não como uma afirmação.

- Não, não tinhas pedido nada da farmácia. - respondo eu a imaginar que já me tinha esquecido de algum recado (coisa perfeitamente normal!).

- Não, tu foste à tua farmácia buscar a tua medicação. - e eu ainda confusa.

- Mas eu não preciso de nada...

- Não rapariga, foste à tua farmácia buscar livros. Bem que é uma farmácia mais saudável.

E nisto ri-me que nem uma perdida, por não ter percebido a conversa, mas principalmente por em tão poucas palavras a minha mãe ter resumido tão bem a importância dos livros para mim. Os livros são realmente como uma medicação para a minha sanidade mental, as livrarias são sem dúvida a minha farmácia. E que tratamentos tão saudáveis e tão completos que me dão!

 

07
Jul16

Comentário de pobre!

(Imagem retirada daqui)

 

Aqui há uns dias o chefe da área comercial onde trabalho pediu-me para levar uns cheques ao banco. Disse imediatamente que sim, sem qualquer tipo de problema. Dando-me a chave para a mão, sem saber que carro viria a conduzir, pergunto abertamente:

- Há alguma manha que eu deva saber? 

- Manha? - O homem olha-me com cara de perplexo, parecendo não ter compreendido a pergunta.

- Sim, é que se eu lhe desse a chaves do meu carro para a mão teria de lhe explicar algumas manias de como usufruir a 100% do meu carro. - O homem olha-me ainda com ar mais esquisito e manda-me aproximar da janela.

- Just, chega aqui. O carro que vais levar é aquele. - E olho eu para um Renault do ano passado, novinho em folha e super limpinho. Para tentar desenvencilhar-me do comentário à pobre que tinha acabado de fazer apenas respondi.

- Ah! Ainda não sabia quais eram os carros da empresa. -Peguei nas chaves, enfiei a carapuça e fui fazer-me à estrada.

Ah comentário triste, comentário mesmo à gente pobre! Mas tenho a dizer que apesar do meu carro ser velhinho, gosto muito do meu Polinho e quero que dure muiiiiito tempo!

 

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