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justsmile

18
Mai18

Férias à vista!

(Imagem retirada daqui)

 

        Dentro de algumas horas entrarei em modo Férias. Não vou querer pensar em clientes, facturas, pagamentos e outros afins. Sei bem que não serão umas férias para me estatelar ao sol, sei ainda melhor que não serão as férias em que ficarei fresquinha que nem uma alface.Sei que não chegarei ao trabalho com um bronze de meter inveja e que nem sequer vou poder falar do quão bom foi conhecer o sítio tal e dormir no hotel XPTO. Nada disso! Eu sei! Mas nem quero pensar em questões semânticas e se vou deixar de trabalhar nas duas próximas semanas (vá, quase duas semanas) é porque lhes posso chamar de férias! Sim, porque apesar da lista interminável de coisas que tenho para fazer, pois serão as únicas férias antes do casamento, quero também DORMIR. Oh céus, como tenho saudades de dormir muiiiiito! Oh como tenho saudades de me deixar ficar na cama de manhã sem ter de ir trabalhar ou dar consultas. E depois? Depois quero ler! O cérebro começa a ficar atrofiado por andar a atrasar as minhas leituras! E mais? Quero ir comer o meu pão com chouriço ao Senhor de Matosinhos e isso ninguém mo pode negar! 

        Ok, eu tenho consciência que tenho uma lista enorme de coisas a fazer, tanto para a casa, como para o casamento, mas arre que estou de férias e se estou de férias pelo menos vou fazer umas quantas coisas que me sejam verdadeiramente prazerosas (e garanto-vos que limpar vidros não vai ser uma delas!). Por isso não se preocupem comigo nos próximos dias se algum post falhar, se demorar a responder-vos aos comentários ou até se não vos andar a ler, com certeza estarei a lavar pratos, a tirar tinta do chão (ainda!) ou até a fazer os malditos cones para as pétalas e para o arroz ou até, simplesmente, estarei a dormir uma bela sesta para fazer desaparecer as olheiras que me assombram o rosto. 

         A todos vocês que ainda não vão de férias, bom trabalho 

 

11
Mai18

Vamos Dar o Nó #15

       Espera, ontem faltavam 90 dias e agora faltam 62? Oi? Como é possível? Raios! Mas para onde tem ido o tempo? Eu sei, tenho-me queixado demasiado sobre a sua escassez mas a verdade é que ele tem desaparecido, é que nem sequer o vejo! Os últimos 30 dias passaram num abrir e fechar de olhos e começo a ver a quantidade de coisas que ainda nos faltam, ainda não entrei em modo de stress, mas começo a preocupar-me com as coisas que ainda faltam resolver e que ainda não sei bem quando terei a oportunidade de o fazer. Durante o último mês (e talvez como o anterior) estivemos demasiado focados nas obras e em rechear a casa, mas neste momento temos boas notícias, o sofá está encomendado e em principio na próxima semana já teremos a cozinha montada. A partir daí só nos faltam as cortinas, a mesa e as cadeiras, o resto será apenas arrumações e poderemos focar-nos no casamento.

       Durante o último mês fizemos poucas coisas relativamente ao casamento, mas as que fizemos foram bastante importantes. Tratamos finalmente de dar entrada dos papéis de casamento e já os entregamos ao padre, algo que andávamos a adiar de uma forma quase ridícula. Finalmente reunimo-nos com a amiga que nos está a tratar do topo do bolo e do livro de honra, outra coisa que andávamos a adiar de uma forma vergonhosa. Entreguei também os tecidos do meu vestido de noiva e ainda este mês terei a minha primeira prova (agora sim, começo a ficar ansiosa com o vestido). E tivemos ainda a nossa sessão de solteiros que foi sem dúvida um dos melhores dias dos últimos tempos. Se tratamos de mais alguma coisa? Não. Se pensamos em mais alguma coisa? Não. Se andamos a adiar mais umas quantas para resolver? Sim, definitivamente sim.

        A fase que se aproxima, da organização do casamento, é a que mais me preocupa: As mesas! As malditas mesas que não são de 10 nem de 12 pessoas, mas sim de 11 pessoas. Isso e as pessoas que não estávamos a contar que fossem ao casamento e que miraculosamente disseram que sim (a minha mãe diz que somos pessoas demasiado populares, o que até terá a sua razão de ser, eu que nunca fui popular na vida!). Este caos está para breve e é a parte que mais me irá atormentar, não querer separar pessoas, não querer aumentar drasticamente o número de mesas e ainda, ter de contar as crianças como lugar à mesa. Esta será a nossa próxima tormenta e isso sim, preocupa-me. No entanto, espero durante as minhas férias conseguir fazer alguma coisa a esse respeito e deixar a Netflix para segundo plano (arre que ainda não conseguimos ver a primeira temporada toda de La Casa de Papel!)

        Neste momento não me parece adequado fazer uma lista do que já temos feito, a pouco mais de dois meses do casamento faz-me todo o sentido fazer uma lista do que ainda falta fazer, nomeadamente:

        - Escolher as flores da igreja e dos ramos, ok, eu sei que já deveria ter pensado um bocadinho na coisa (e a minha sogrinha está sempre a dizê-lo), mas ainda não me decidi;

        - Fazer o marcador de mesas, ainda não escolhemos nem fotografias (o tema do casamento será a nossa história) e ainda nem as tentei editar;

        - Experimentar maquilhagem e penteado, será realizado sem falta durante as minhas férias, pois depois disso será impossível;

        - Comprar os bilhetes de comboio para ir para Lisboa apanhar o avião para a lua-de-mel, convém realizar esta tarefa cedo para apanhar as promoções da CP;

        - Escolher as leituras e momentos da cerimónia, o padre já disse que temos de escolher quem vai ler, mas a verdade é que nem nos mexemos;

        - As aulas de dança? Ele ainda me está a tentar convencer a fazer-lhe a vontade, mas ainda não me decidi...

       - Fazer os cones para as pétalas, este fim-de-semana queria mesmo começar a fazer as primeiras experiências da coisa;

        - Ir buscar as alianças, deste mês não passa!

        - Fazer as mesas, ai as dores de cabeça que isto vai dar!

        - Terminar um pormenores que ainda não irei partilhar, preciso de tempo para lhes dedicar.

       Quero resolver este tipo de questões durante o mês de Maio, ou pelo menos nos próximos 30 dias, pois o mês de Junho, a nível profissional, será completamente de loucos e sei que não terei cabeça nem tempo para me dedicar ao casamento e à casa. As férias do fim de Maio vieram propositadamente para me organizar, para conseguir gerir as coisas da melhor maneira possível e para não me sobrecarregar nas semanas que antecedem o casamento em que a vida estará de pernas para o ar. Acho que até ao momento temos feito um excelente trabalho, sem stress, sem demasiadas pressões, mas o cansaço já se começa a notar e a sensação de querer 'despachar' decisões começa a sentir-se. Que Maio seja um mês muito produtivo e que as férias me permitam realizar todas estas tarefas e mais umas quantas.

         E agora a questão chave, falta-me alguma coisa? Estou com a sensação que sim, mas nem sei bem o quê...

07
Mai18

E como vai a vidinha Just?

 

      A vidinha para estes lados tem andado bastante agitada e 'parar' não tem estado nos nossos vocabulários. As semanas têm passado numa correria absoluta e só tenho sentido o cansaço quando à noite, já depois do jantar, do banho e de fazer algumas tarefas, me sento no sofá para relaxar um bocadinho. Os horários de trabalho absolutamente preenchidos têm tornado impossível a possibilidade de fazer algumas tarefas em casa ou até do casamento durante a semana, o que recai tudo e mais alguma coisa nos curtos fins-de-semana que acabam por se evaporar. Durante a semana só vemos trabalho, inclusive à noite quando tenho de preparar materiais para as terapias ou para outras actividades em que estou envolvida (raios Just, tens de treinar mais o 'me time'!), ao fim-de-semana temo-nos dedicado afincadamente em limpar a casa para começarmos a usufruir um bocadinho dela. A verdade é que enquanto eu trabalho ao sábado, Ele tem-se dedicado inteiramente às limpezas (pela centésima vez!) e só no fim do trabalho é que o vou ajudar. No sábado, já depois de ter trabalhado, já depois de ter passado o meu dia entre miúdos e pequenas tarefas domésticas, juntei-me a Ele para terminarmos de limpar a sala, onde ainda encontramos pedaços de tinta, uma camada protectora de pó e uma infinita quantidade de lixo. Limpamos bem a sala, os móveis que eram os que os meu pais tinham naquele espaço (vá, não eram bem o que eu desejava, mas nesta altura do campeonato tudo o que podermos poupar é bem vindo), e conseguimos montar a nossa televisão. Às 21h da noite, sem luz da sala (raios para o electricista), sem sofá, sem cozinha, mas com uma televisão, demos a tarefa como completa e apercebemo-nos que estamos cada vez mais perto do nosso momento.

       A nossa noite de sábado já foi passada a ver A Casa de Papel na nossa televisão, deitados em cima do colchão de campismo e com inúmeras almofadas a amortecerem a cabeça. Naquele momento senti-me bem, feliz, senti que o nosso cantinho começava a ganhar forma e que não tarda nada já estaremos ali, no mesmo espaço, e numa vida só nossa. O tempo tem passado tão rápido que o sinto escapar-me pelos dedos e apesar de todas as preocupações, de todas as contas que precisamos de fazer, de todas as limitações que temos, sinto-me concretizada como há muito não me sentia. Começo a sentir que a minha vida está a ganhar forma.

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