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justsmile

28
Out20

Este molho de Francesinha nunca falha!

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(Imagem de Just Smile)

        Eu e Ele temos evitado sair de casa para jantar fora, a última vez que o fizemos foi em Setembro e desde então que tenho tentado confeccionar todas as delícias que nos fazem sair de casa. Desta vez foi a tão aclamada francesinha, admito que não é a primeira nem a segunda vez que a confecciono, mas foi a primeira vez que por estes lados me pediram a receita, por isso aqui vai ela. Antes demais devo informar que a receita do molho de francesinha, apesar de levar muitos ingredientes, nunca me saiu mal e consegue sempre fazer o bom ar de sua graça quando há visitas cá em casa. Esta receita é a da minha madrinha de baptismo e tenho a dizer que ela tem óptimas mãos para a culinária!

       Esta receita dá para mais ou menos 8 pessoas.

      Ingredientes:

  • 1L de água;
  • 4 cubos de caldo de galinha;
  • 2 cervejas de 33 cl;
  • 1 colher de sopa de piri-piri;
  • 1 colher de sopa de mostarda;
  • 100 g de farinha maizena;
  • 50 g de manteiga;
  • 125 g de polpa de tomate;
  • 125 g de ketchup;
  • 1 colher de sopa de whisky;
  • 1 colher de sopa de vinho do porto;
  • 1 copo de vinho branco

     Modo de preparação:

  • Primeiro, a preparação é a coisa mais simples do mundo, juntar tudo, acender o fogão em lume médio e mexer até começar a engrossar.
  • Segundo, já está!

        E depois é só preparar a francesinha, cá em casa não gostamos dela com muita coisa. Normalmente, no recheio colocamos o bife, queijo, fiambre e a linguiça, depois é só o pão e o queijo. Mas a francesinha é só rechea-la com as coisas que realmente gostam, coloca o molho em cima e levar ao forno até o queijo derreter. É tão simples quanto isto e fica sempre deliciosa!

         Alguém vai experimentar?

14
Out20

A rapariga apanhada na teia de aranha (12/12)

(Imagem retirada daqui)

        Comecei a ler a saga Millennium em 2019 e desde aí que tenho vindo a comprar os livros da saga aos bocadinhos, consequentemente, a ler também aos bocadinhos. Tenho achado a saga muito boa, cheia de intriga, mistério e com inúmeras reviravoltas que nos apanham desprevenidos. Tem sido isso que me tem mantido agarrada e motivada ao longo da história de Lisbeth, pois a verdade é que nunca sei o que esperar. No entanto, demorei imenso tempo a ler este quarto livro e não sei bem explicar porquê. A saga continua tão misteriosa como o costume, mesmo com a mudança de autor, mas houve algo que me distanciou deste livro.

          O criador da saga, Stieg Larsson faleceu sem terminar a história de Lisbeth e David Lagercrantz deu continuidade a este mundo negro e obscuro. Se notei diferença na passagem de um autor para o outro? Penso que não, pois como referi, o enredo da história continua bastante activo e as personagens mantêm-se tal como as conhecemos, mas a verdade é que demorei mais de um mês a ler um livro que normalmente leria em menos de três semanas. Não sei se foi pelo facto de Lisbeth estar menos presente neste livro, constante, mas com menos pensamentos e com mais acção em seu redor. Não sei se foi pelo facto de não haver quase desenvolvimento na relação entre Mikael e Lisbeth. Ou até, se por simplesmente a revista Millennium estar novamente em queda e estar desesperadamente à procura de uma nova história. 

          Este quarto livro anda em torno da morte de um famoso informático que trabalhou para uma das maiores empresas do mundo de softwares, acreditando que a Inteligência Artificial viria a ser o futuro. É a partir desse momento que verdades se começam a descobrir e que uma testemunha ocular e sem capacidades sociais se torna num alvo a abater. É então onde entra Lisbeth e Mikael, Mikael por mera coincidência (ou talvez não) e Lisbeth em defesa da verdade e dos menos protegidos.

         A saga é boa, os elos entre os livros vão sendo criados, mas acho que ficou a faltar qualquer coisa neste quarto livro. Fiquei com a sensação que lhe faltava personalidade, conteúdo e não apenas uma descrição de acontecimentos. Lá em casa já pára o quinto livro "O homem que perseguia a sua sombra", mas ainda vou precisar de deixar passar algum tempo para lhe tocar. Preciso de voltar a aganar mais entusiasmo por uma saga tão boa como a Millennium.

P.S.: E com este livro alcancei o meu Reading Challenge de 2020, 12 livros.

07
Out20

A mudança para champô sólido

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(Imagem de Just Smile)

       Um dos meus objectivos para 2020 era diminuir o meu lixo, aliado de mudar alguns produtos de beleza para produtos mais naturais. Admito que essa mudança tem sido lenta, mas já consegui dar alguns passos, o gel de banho já não é utilizado por mim e agora passei também para um champô sólido. Admito ainda que esta última mudança ainda foi a que mais receei e mais pesquisei por vários motivos, tenho uma pele bastante sensível e faço facilmente reacção alérgica a qualquer produto e ainda o preço para investir em algo que não sabia se iria ser do meu agrado ou não. Mas como o meu champô estava a terminar, lá decidi arriscar.

       Antes de comprar um champô sólido decidi fazer uma pesquisa sobre os que estavam à venda no mercado e procurei por opiniões reais, afinal o meu cabelo é demasiado oleoso e fino para experimentar qualquer coisa (já para não referir, novamente, as minhas ricas alergias). Vi vários preços e opiniões nos próprios sites, mas foi em blogs que procurei as opiniões e onde me baseei sobre os mais variados produtos, afinal já existem muitas marcas de champôs sólidos. Acabei por optar pelo champô sólido para cabelos oleosos da loja Mind The Trash, produtos naturais e as opiniões pareceram-me ser bastante boas. Lá comprei o champô e...

        Não é que gostei? No primeiro dia em que o usei abusei do champô e demorei imenso tempo a tirar a espuma do cabelo, nunca pensei que um champô sólido desse tanta espuma. Nas vezes que se seguiram tive mais cuidadinho. E o cabelo? Ficou com uma leveza que já não sentia há algum tempo e com um cheirinho fresquinho bastante agradável. Quanto à oleosidade, consigo lavar o cabelo dia sim dia não, o que para mim já é óptimo. Fiquei bastante surpreendida por ter gostado deste champô e ainda para mais é feito de produtos naturais.

        Este champô foi sem dúvida mais um passinho no desperdício zero e para me tornar mais amiga do ambiente, até porque a embalagem é de papel reciclado. Yupi! Mais um passinho!

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