Perdida por terras encantadas, Sintra
Nos últimos dois dias andei perdida por palácios e jardins, pelos sítios mais belos que possam imaginar. Andei por reinos encantados dignos de princesas e príncipes, de histórias de amores perdidos e dos maiores mistérios do homem. Passei a mão por pedras tocadas por reis, percorri caminhos onde rainhas passeavam com as suas aias e só aquelas pedras sabem as histórias grandiosas que por ali passaram.
Andei perdida por Sintra e pelos seus palácios e jardins e fiquei encantada com tanta beleza que observei. É difícil imaginar os nossos antepassados a por ali caminharem, é difícil imaginar as histórias que todas aquelas paredes escondem e é ainda mais difícil imaginar que isto tudo não foi há mais de 200 anos.
Os pés cansaram-se de tantas subidas e descidas, de tantas escadas e caminhos irregulares, mas a alma saiu mais que preenchida. Visitou-se o Palácio da Pena e os seus enormes jardins, o Palácio de Monserrate e as suas 1001 plantas exóticas, o Palácio da Regaleira e os seus túneis sombrios. Provou-se e deliciou-se com queijadinhas de Sintra e refrescou-se com bebidas frescas, mas foi Sintra e o seu mistério que nos manteve encantados.








