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justsmile

29
Ago16

A experiência DeGema Hamburgueria

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A cidade do Porto tem-se tornado mais cosmopolita. Uma cidade cheia de vida e de movimento e até os hábitos alimentares têm-se modificado. Em todas as esquinas têm surgido casas de tapas, vinhos, sushi e hamburguerias. Desta vez decidimos ir experimentar a DeGema Hamburgueria, uma rua perpendicular à Avenida dos Aliados, bem pertinho do centro e de vários parques de estacionamento. Facilmente demos com a sua localização e rapidamente fomos sentados a uma mesa. É uma casa ainda grande (ao contrário da Real Hamburgueria) e com várias mesas, seja para casais ou grupos maiores, o que leva a menos filas de espera, apesar da fila que se tinha formado depois de termos terminado a refeição. Tem uma decoração original, assim como os nomes dos seus hambúrgueres, e um ambiente familiar e bastante acolhedor. A correria dos empregados de um lado para o outro é uma constante, mas nem se repara, pois existe demasiada coisa para observar. Ora os candeeiros que são alusivos a alguns dos nomes dos hambúrgueres ('Calhau com olhos', 'andor bioleta', etc), ora as paredes com texturas de edifícios emblemáticos da cidade do Porto.

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Mas num restaurante o mais importante é mesmo a comida, certo? E essa é realmente deliciosa, leve, com sabor a fresco e com umas batatas às rodelas absolutamente maravilhosas, as de palito são boas, mas as de rodelas superam, já para não referir que o molho e os óregãos dão aquele toque final. A qualidade da carne é sentida à primeira trinca e a frescura dos legumes também, o pão, esse é bom, mas acho que estava à espera de melhor. Foi uma refeição leve, acompanhada por uma sangria branca abastecida de especiarias que a tornaram mais refrescante e que só perdeu por não chegar à mesa fresquinha (mas como Ele diz, nesse caso eu teria-a bebido bem mais depressa). Terminamos a refeição com o belo de um brownie que me fez desejar poder comer mais. Os preços, esses foram bastante acessíveis, pela refeição completa, com bebidas, café e sobremesa ficou-nos 12 euros cada pessoa.

É um bom hambúrguer, um bom espaço e uma excelente localização. É uma refeição fresca e leve que não deixa a sensação de enfartamento e sem dúvida que ficou o desejo de lá voltar apenas para provar mais algumas especialidades.

Alguém já experimentou?

 

17
Ago16

Perdida por terras de Mondim de Basto

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Ele bem que andava a desejar umas férias de não fazer nadinha. Sem horários fixos, de sol e piscina. Não queria passar horas dentro de um carro e não queria que o estivesse sempre a chatear para irmos aqui e ali, então demos por nós a comprar um voucher da Odisseias para o Águas Hotels de Mondim de Basto. A pouca distância do Porto fomos usufruir de uma piscina com uma paisagem única, em dias que o sol convidava a experimentar a água fresca da piscina. Inicialmente pensamos que na data escolhida não iríamos ter muito sossego, mas demos por nós rodeados de famílias que vinham com a mesma intenção que nós, pura e simplesmente, descansar. O hotel tem uma localização perfeita, no meio do sossego do monte, mas perto do centro o que nos permitiu fazer as principais refeições a pouca distância do local. 

Optamos por escolher apenas a meia pensão, para não estarmos presos a horários e para também podermos provar a gastronomia local, que tenho a dizer é deliciosa e muito acessível. Não houve nenhuma refeição em que pagássemos mais de 14 euros, com vinho, cafés, entradas e comida (vá e uma sobremesa cheia de lactose para Ele). A carne é uma coisa que vale menos aproveitar na zona, é deliciosa e é impossível resistir-lhe, assim como o bom vinho verde. Na escolha dos restaurantes o Tripadvisor tem sido realmente uma excelente ajuda, indicou-nos a Adega dos 7 Condes onde nos perdemos nas migas e na boa carne. Ainda melhor foi a Casa da Caínha com os segredos de porco preto, a alheira e o bom vinho.

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Num fim-de-semana de sol, piscina e boa comida não tivemos a paciência para andar a tirar muitas fotografias e dei por mim ontem a ter de escolher algumas para aqui e acreditem que não foi fácil. Desligamo-nos bastante dos telemóveis e das redes sociais e optamos por desfrutar da companhia um do outro e enquanto Ele dormitava eu aproveitava e lia as primeiras páginas de 'O livro dos Baltimore'. Depois de dois dias de boa vida chegou a hora de fazer o check-out. O hotel tinha sido uma boa opção, mas não nos deixou tão encantados como o Douro Palace Hotel (a dizer que a diferença de preços para a época era enorme!), ainda assim estava dentro do nosso orçamento e deu para usufruir do que nos oferecia, uma boa piscina e um pequeno-almoço bastante agradável.

Já na hora de deixar o descanso decidimos conhecer a zona mais conhecida de Mondim de Bastos que pertence ao Parque Nacional do Alvão, as Fisgas do Ermelo. Uma combinação maravilhosa da natureza com o som constante da água a correr por entre as pedras. A paisagem é de fácil acesso (quase sempre de carro), e tem percursos pedestres que ficaram prometidos para um próximo passeio. Ainda assim decidimos percorrer 1600 metros para visitar um dos pequenos lagos que pertence às Fisgas. São 1600 metros com terra batida, muitos pedregulhos, muitos altos e baixos mas que compensam imenso o esforço. Ao chegar a Piocas ficamos maravilhados com a paisagem, a vontade foi logo cumprida com um mergulho na água límpida e cheia de pequenos peixinhos. Após três trambolhões nas pedras escorregadias para entrar na água lá nos refrescamos e ficamos a admirar a paisagem que tanta tranquilidade nos transmitia. Um sítio sossegado em que o som da água se faz sobressair ao barulho das conversas de fundo e em que a vontade de estar na água é constante. O único 'se' foi que se soubéssemos tínhamos levamos comida e passado a tarde naquele local paradisíaco. Ficou a promessa de um regresso com amigos a um local tão bom.

Um fim-de-semana maravilhoso, bastante acessível e que deu para ter um pequeno sabor a férias.

 

P.S.: As fotografias são da autoria da Just e d'Ele.

04
Abr16

A experiência Real Hamburgueria

 

 

Conheci a Real Hamburgueria Portuguesa através da sua página do Facebook. Da cidade do Porto apareciam restaurantes e a Real Hamburgueria tinha sempre fotografias maravilhosas que me faziam, incontrolavelmente, salivar. Em Fevereiro, depois dos meus anos, decidimos tentar a nossa sorte depois de umas comprinhas no Outlet do Livro no Palácio de Cristal. Facilmente demos com o local, pois conhecia bem a zona, e quando entramos (às 20h10) informaram-nos que o tempo previsto de espera era de 1h30. Desistimos imediatamente e fomos deliciar-nos, não com hambúrgueres, mas com pizzas.

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No entanto, as insistentes imagens da Real Hamburgueria chamavam-me mais do que à atenção e ao fim de algum tempo, no sábado à noite lá convenci Ele a ir comigo experimentar os hambúrgueres que não saiam da minha cabeça. Chegamos por volta das 19h20, não fossemos cair no mesmo erro da última vez, e ainda assim tivemos de esperar num sofá improvisado de paletes na entrada, pois as mesas encontravam-se todas cheias.

 

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A espera não foi muita e pouco depois de terem os nossos pedidos, tirados ainda na sala de espera, fomos chamados para a mesa. O espaço que nos acolheu era muito acolhedor, apesar das paredes de pedra. A lareira aquecia o espaço, que não muito grande, mas era suficiente para não haver frio. Adorei o pormenor da renda como bases para os pratos e a lousa espalhada como quadros bastava para enfeitar as paredes. Além dos candeeiros originais que pendiam do tecto.

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Mas o que mais importa é a comida e essa? Maravilhosa! A ementa é composta por todos os hambúrgueres e respectiva explicação dos seus ingredientes e o que ainda mais gostei foi do índice de alergénicos que encabeçava o menu, fantástico para pessoas como eu que têm intolerância a algum tipo de alimento (tão raro encontrarem-se ementas assim). 

Não foi fácil escolher, mas de todos os hamburguers que me eram apelativos optei pelo Careto, em que os cogumelos portobello brilham de uma forma fantástica. Sobressaem-se ao lado da cebola roxa e envolvem-se com uma carne macia e simplesmente fenomenal.

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Ele optou pelo Tritoque e informo que aquele molho de natas (e algo mais que não consegui identificar) era muito saboroso, pena eu não poder devorá-lo. Algo que nos espantou foi a qualidade dos ingredientes, a carne era muito macia e sabia realmente a carne, nada cá falsificado. Notava-se a frescura dos legumes e verifiquei-a ao ver passar os cogumelos numa travessa, pareciam acabadinhos de chegar. E as batatas fritas? Foram fritas com parte da casca e a verdade é que nem reparamos, só mesmo quando estávamos a terminar a refeição.

A Real Hamburgueria Portuguesa é sem dúvida uma experiência a repetir-se, não só pelos seus sabores únicos, mas também porque o preço é bastante apelativo. Pelos dois hambúrgueres, bebidas, cafés e uma sobremesa pagamos cerca de dez euros cada um. Um valor que compensa a qualidade que se experiência. Pormenor aconselhável: chegar cedo, a simpatia dos empregados é imensa, mas a casa está sempre cheia e quanto mais cedo se chegar menos probabilidade de se esperar eternidades.

 

Quem conhece a Real Hamburgueria?

 

P.S.: Fotografias de Just Smile.

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