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justsmile

23
Mai17

A Just voltou à Yoga!

(Imagem retirada daqui)

 

Aliás, se estivermos a ser muito sinceros eu não voltei à yoga, eu nunca parei foi com a yoga desde a primeira aula. A yoga tem sido um processo interessante para mim mesma e tem-se demonstrado mais agradável do que imaginava. Desde a primeira aula que insisti comigo mesma de que tinha de lá ir experimentar pelo menos mais duas vezes, que a yoga merecia uma primeira e segunda tentativa. E lá fui eu indo, todas as segundas-feiras depois do trabalho e não é que, surpreendentemente, dou por mim a começar a gostar da coisa? A yoga tem demonstrado ser um exercício tão relaxante, tão ao jeito das minhas necessidades que só dei por mim a experimentar pilates quando a professora faltou. Ao fim de dois meses de yoga posso dizer que até tenho gostado da coisa.

Apesar dos momentos de relaxamento, do 'sentir o momento e o corpo' que acho demasiado longos, tenho gostado de todos os exercícios que temos feito e por pouco que tenham sido, noto já algumas melhorias na minha elasticidade, mas principalmente uma sensação de leveza no fim de cada aula. As posições têm sido engraçadas, passando por todo o tipo de animais e mais alguns, mas têm realmente cumprido com o meu objectivo. Finalmente, depois de experimentar a yoga estou a conseguir desmitificar todos os pré-conceitos que tinha incutidos na cabeça. 'A yoga é uma seca', 'A yoga vai ser demasiado parada para mim', 'A yoga só tem gente esquisita' e isto e aquilo, todos esses comentários que estavam dentro do meu conceito de yoga têm sido eliminados aos pouquinhos. A yoga tem-me ajudado na tonificação e na elasticidade do corpo, exijo de mim em cada exercício que faço. Não saio de lá toda suada como se tivesse ido à aula de pilates, mas sinto-me mais leve, mais relaxada (mesmo com o exagerado número de pausas para 'sentir as sensações'). Sinto que trabalhei quando na manhã seguinte sinto este ou aquele músculo, sinto que tenho de melhorar quando a perna treme em determinado exercício ou os braços não têm força suficiente e até sinto que ainda tenho muito trabalho até conseguir melhorar a minha elasticidade ao ponto desejado. Sei que não sou a pessoa apropriada para falar dos momentos de meditação, o meu botão 'off' sempre funcionou muito bem e por momentos quase que tenho a sensação de adormecer em plena aula, deitada no chão.

A yoga tem sido uma boa surpresa e a lição que aprendi? Nunca criar pré-conceitos sem experimentar. Afinal a yoga também pode ser para mim.

 

28
Mar17

A Just foi à Yoga

(Imagem retirada daqui)

 

Um dos meus objectivos de 2017 era aumentar o meu exercício. Ir uma vez por semana à piscina tornou-se insuficiente para quem trabalha quarenta e cinco horas sentada, então tinha decidido que este era o ano em que ia experimentar algo novo. Admito que não foi fácil de encontrar, mais pelo aspecto financeiro que outra coisa qualquer. Aumentar as minhas idas à piscina parecia-me algo aborrecido, voltar à Zumba estava fora de questão (ainda não aguento as músicas tanto tempo seguido depois de dois anos seguidos a zumbar) e correr de Inverno é sinal de pneumonia para mim. Investiguei e todos os ginásios não só exigiam fidelização como não tinham piscina ou as aulas avulso eram um roubo. Até que encontrei o sítio indicado, timming perfeito para sair do trabalho e ir para as aulas e as aulas avulso não eram extremamente caras. Decidi então experimentar a Yoga, já que na piscina trabalho a minha resistência respiratória e física, precisava de algo que trabalhasse a elasticidade.

Ontem decidi então ir experimentar uma aula de Yoga, os principais receios? Para quem jogou andebol Yoga sempre me soou a uma lullaby (como se diz em português? Estou um nadinha esquecida...), mas lá fui, pois se há coisa que lá é trabalhada é a elasticidade. Chega a Just à aula, nada XPTO, sem sapatilhas a combinar com o elástico do cabelo e sem a t-shirt a combinar com as leggins, quando se apercebe que a turma é como ela! Oh alegria! Não vou ser um E.T.! Lá me apresentei à professora e lá começamos os exercícios, na maior das calmas, com uma música de fundo com passarinhos e a água do mar. 'Agora o pé para cima da rótula esquerda, abraçar com o braço direito, braço esquerdo para trás, pescoço a olhar para trás' e foi aí que me senti perdida. A professora até dava as ordens lentamente, o meu cérebro é que não tinha a facilidade de assimilar toda a informação. Ainda assim, não estou tão enferrujada quanto pensava, tirando os momentos em que a professora dizia 'fica' e eu sentia as pernas tremerem, o braço a teimar em descer e os joelhos a cederem (não, não me desmontei, 'tá?).  No fim da aula, lá nos deitamos no colchão para a parte de relaxamento, parte que nunca tive dificuldade nenhuma, mas foi quando ela começou a dizer 'abracem o momento, sintam a paz interior, relaxem os lábios, as sobrancelhas e as orelhas' que senti que aquilo não se adequava muito à pessoa que sou, pois nesse momento só pensava 'e agora? Já está? Isto nunca mais acaba? Oh senhora, relaxar sei eu!'

No entanto, se o meu objectivo era aumentar a minha elasticidade e melhorar a tonificação dos meus músculos acho que com a Yoga vou lá. Hoje sinto músculos das costas e das coxas que nem sabia que existiam. E se saí de lá relaxada? Extremamente relaxada, só deixei de o estar quando me sentei no sofá a ver orçamentos de fotógrafos 

Se voltarei? Provavelmente. Se todas as semanas? Não sei se aguento ir à Yoga todas as semanas e ficar com a sensação de que a sesta deve ser feita depois do almoço e não ao final da tarde.

E por aí, quem já experimentou Yoga?

 

23
Mar17

Eu admito... #13

(Imagem retirada daqui)

 

Nunca comi nenhuma espécie de super-alimento, nem nenhuma espécie daqueles alimentos fits que estão super na moda.

Nunca provei papas de aveia (só recentemente aprendi que Nestum não tem nada a haver com isso). Nem sei bem o que é quinoa ou tofu. Não sei sequer qual o aspecto de sementes de chia ou de bagas de Godji. É que nem batata doce provei. E ainda, só comi sushi uma vez na vida e o abacate não fica atrás.

Eu sei, nos dias que correm sou raridade, uma espécie em vias de extinção, mas prometo que um dia destes mudarei estes factos. Não sei quando, até porque gosto muito da comida normal e considero-me uma pessoa minimamente saudável, mas prometo um dia ter uma verdadeira opinião sobre tais alimentos.

 

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