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justsmile

03
Jul18

Ai os The Killers!

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        Como anunciei no dia 29 de Junho, o Sapinho presenteou-me com os belos de uns convites para o Rock in Rio Lisboa no dia dos meus The Killers. É verdade que não estava a contar com tamanho presente, mas ao ganhar o ideal era aproveitar da melhor maneira possível. Ele ofereceu-se para me acompanhar voluntariamente nesta nova aventura e lá nos decidimos a apanhar um comboio para Lisboa para aproveitar o melhor possível do Rock in Rio. Naquela manhã, Ele ainda teve de ir trabalhar e chegou bem depois da hora que tínhamos combinado a casa, admito que no carro (a caminho da estação) estava completamente descrente, acreditava piamente que não íamos conseguir apanhar o comboio e que ainda teria o azar de o ver a arrancar da estação. Mas numa espécie de milagre, vá, da minha perspectiva foi mesmo um milagre, conseguimos um estacionamento mal chegamos a Campanhã. Corremos feitos loucos para o comboio e pouco depois de termos encontrado os nossos lugares o dito comboio arrancou.

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        A viagem correu bem, ainda com o coração a palpitar com a possibilidade de ter perdido o comboio, mas passou rápido. O que nos surpreendeu foi chegar a Lisboa e começarem a cair pingas do céu, principalmente para quem tinha saído do Porto com sol. "Bem, se continuar apenas estas pinguinhas até nos safámos" pensei eu, enquanto nos dirigíamos para o Parque da Belavista. No entanto, saiu-nos tudo ao lado, mal entramos no parque começou a chover. Sem guarda-chuva, com pouca roupa (por incrível que pareça no Porto estava mais quente) e com sapatilhas de pano a solução passou mesmo por comprar as capas impermeáveis das lojas de Produtos Oficiais. Fomos apenas um bocadinho roubados e não à descarada, mas ainda assim a chuva estragou-nos o impacto desta experiência toda. "Porra, se estamos aqui pelo menos vamos aproveitar" equipados com as capas decidimos começar a ver o Parque e até acabamos por conseguir andar na roda gigante visto não haver tantos 'crentes' como nós, que mesmo com a chuva andavam de um lado para o outro (vá, pelo menos fugimos sempre nos momentos de chuva intensa).IMG_20180629_183011.jpg

        "Se fico doente a 15 dias do casamento eu mato-te", dizia Ele, no entanto, apesar da chuva, não estava frio e acho que foi isso que nos safou. O ambiente estava ameno, as sapatilhas não se molharam e até hoje estamos sãos e salvo de constipações (só espero que se permaneça assim até ao dia do nosso casamento). Este dia ficou intitulado como a nossa despedida de solteiros em conjunto, afinal estávamos ali a festejar várias coisas, o facto de Ele ter entrado para o quadro do local de trabalho d'Ele, de nos casarmos dali a duas semanas e até o facto de eu voltar a ver os The Killers. Festejamos, divertimo-nos, passamos tempo juntos sem preocupações e sem tarefas pela primeira vez em muito tempo e foi maravilhoso simplesmente passar tempo um com o outro. A chuva não nos afastou e o ânimo leve e a boa disposição mantiveram-se. Vimos James, vimos o tributo ao Zé Pedro dos Xutos, mas o ponto alto da noite foi sem dúvida alguma The Killers.

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        Brandon Flowers entrou em palco a matar, cheio de energia, cheio de boa disposição e com as músicas que mais gostamos (juro que ali ao fundo era o Brandon Flowers). O concerto dos The Killers no Rock in Rio conseguiu ser ainda melhor que o de 2009 no Super Bock Super Rock. A banda estava com uma energia contagiante, interagiu muito mais com o público do que estava à espera e conseguiu pôr o Parque da Belavista todo a saltar e a cantar. O concerto superou totalmente as minhas expectativas e passou directamente para o melhor concerto que já vi na minha vida. Ele, que pouco conhecia dos The Killers, passou a adorar e acredito que tenha acontecido o mesmo com muita gente. Os The Killers partilharam algumas das suas melhores músicas, ok, ficaram umas quantas de fora, mas os êxitos estiveram todos lá e até algumas músicas do novo álbum. Durante uma hora e pouco saltei, cantei, senti-me livre e como uma criança na manhã de Natal, o cansaço só surgiu quando tive a ridícula ideia de me sentar no chão no fim do concerto.

         Pela primeira vez fui ao Rock in Rio e adorei, nem a chuva nos afastou de tão boas memórias e os The Killers? Esses deixaram-me a suspirar por mais um concerto!

 

P.S.: Fotografias de Just Smile.

29
Jun18

A Just vai ao Rock in Rio

(Imagem retirada daqui)

 

       Em 2017 pedi ao Pai Natal o bilhete para o Rock in Rio para ir ver a minha banda preferida de todos os tempos, os The Killers. O Pai Natal (vá, Ele) não me concedeu esse desejo porque argumentou que quinze dias antes não era a altura indicada para ir para um festival em plena capital do país. Pronto, lá tive de me resignar e dar a razão ao homem. No entanto, o Sapinho fez um passatempo por causa da Newsletter da Dose Diária e aqui a Just tentou a sua sorte. O pensamento foi mais ou menos o habitual "Oh, nunca ganho e não, não vai ser por aí!" Ora, para grande surpresa minha, pela primeira vez na minha vida ganhei um passatempo que valesse a pena! Saltei, gritei, sorri de orelha a orelha durante horas pela conquista e sorte que tinha tido!

        Já vi os The Killers ao vivo no Super Bock, Super Rock em 2009 e admito que prometi a mim mesma que os voltaria a ver. O casamento, a falta de férias e com a carteira apertada, considerei que esse desejo nunca fosse realizado. Mas se o Pai Natal não me deu o presente, o Sapinho deu! Por isso The Killers, não se preocupem, daqui a umas horas encontramo-nos no Palco Mundo!

11
Abr18

Eu admito... #20

(Imagem retirada daqui)

 

       ... Eu admito que sou uma pé de chumbo.

       Eu tenho perfeita noção que não sou uma pessoa com o ritmo no corpo, talvez por ter jogado andebol e badminton, talvez por não ter grande ouvido. O que sei é que sou terrível a dançar. Sei contar os tempos, sei fazer mais ou menos os passos (ao fim de umas quantas aulas), mas não sei dançar. Desde que namoramos que Ele se queixa sempre que não sei dançar, algo em que Ele até é minimamente bom. Quando vamos a algum lado e há bailarico queixa-se sempre que o calco, que não lhe consigo seguir o ritmo e que não consigo relaxar o corpo (o que até é verdade). Percebi então que o meu jeito para a dança irá ser sempre nulo. No entanto, o que tem sempre um casamento? Bailarico, pois claro! A nossa quinta ofereceu-nos uma aula de dança e lá decidimos nós ir para compreender se teria salvação. Pois bem, realmente sou uma pessoa sem ritmo, mas Ele na aula também se viu grego, afinal não sou só eu a desastrada! A valsa foi uma verdadeira aventura que em vez de quatro voltas saiam sempre cinco, até chegar ao ponto de ficar zonza, isso já para não falar das inúmeras calcadelas que tanto um como outro sofremos. A kizomba ainda foi pior, está bom o um, dois, o problema é quando nos temos que começar a mexer e sair do sítio. No meio de uma aula de dança, rimo-nos como tolinhos, gozámos um com o outro e ainda vimos que não éramos os piores bailarinos. Juro que é verdade! Apesar da desgraça que foi, não fomos os piores! Saí de lá a confirmar a desgraça que sou a dançar e Ele? Ele saiu de lá a dizer que temos de ter aulas, der por onde der! Até lá, espero fazer mudá-lo de ideias, afinal tenho a certeza que sou melhor bailarina em freestyle 

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