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justsmile

01
Jul19

Viajar até à infância, Toy Story 4

(Imagem retirada daqui)

        Os dias têm sido difíceis e por isso estava mesmo a necessitar de um escape. Haverá coisa melhor do que viajar até à nossa infância e às nossas melhores memórias? Obter aquele aconchegozinho de quando o mundo era um lugar mais fácil e mais alegre? Depois de uma sábado nada bom, decidi que no domingo seria dia de ver o Toy Story 4, filme que estava na minha lista de filmes a ver com obrigatoriedade. No domingo, depois do almoço e bastante em cima da hora, decidimos ir à sessão das 16h00 e sinceramente foi a melhor decisão que tomamos no fim-de-semana. Já não iamos ao cinema há imenso tempo e estava a precisar de me desligar do mundo e dos problemas, precisava realmente de entrar num mundo alternativo e escapar-me daquilo que me rodeia.

         Sem vos querer contar a história, pois acho que devem mesmo optar por ir ao cinema e ver este filme, apenas tenho a dizer que é fantástico. Voltar ao mundo do Woody e do Buzz Lightyear foi a viagem perfeita à minha infância, aos meus brinquedos favoritos e a um mundo cheio de imaginação e aventura. Desde que vi pela primeira vez o Woody, em 19... e qualquer coisa que me apaixonei pela imagem da infância daqueles brinquedos, daqueles miúdos e com o decorrer dos anos não foi necessário perder esse encanto, aliás, ainda hoje gosto de brincar e gosto de ver estes filmes de animação que tanto mexem com as nossas memórias. Quem diria que o quarto filme não iria desiludir nem um bocadinho? A verdade é que as sequelas são sempre ligeiramente assustadoras, não vão elas perderem o encanto que tínhamos criado na nossa cabeça sobre as personagens e a história, mas isso não aconteceu de forma nenhum com Toy Story, nem no segundo, nem no terceiro e muito menos no quarto. Sem saber muito bem como os produtores e realizadores conseguiram manter as personagens intactas na nossa mente e conseguiram surpreender uma vez mais. Mais que uma história sobre brinquedos, é uma história sobre a amizade e os sacrifícios que são necessários para a manter e até para viver o amor. O Woody continua a ser o Woody e todas as outras personagens levam-nos a viajar no tempo e a regressar, sem qualquer tipo de problema, ao presente. Este filme surpreendeu-me pela positiva, saí da sala do cinema com um sorriso no rosto e com uma sensação de felicidade infantilizada, mas muito boa! 

         O Toy Story levou-me a viajar pela infância e esse foi sem dúvida o melhor escape que poderia encontrar!

18
Mar19

A Star is Born, agora já vi!

(Imagem retirada daqui)

       Nos últimos tempos, este tem sido um dos filmes mais falados, "Tens de ver!", "Vais adorar o filme!", "É um filme muito bom mesmo!", e todos estes comentários começaram a aguçar a minha curiosidade. A ida ao cinema estava fora de questão, apesar de todos os comentários este não era um filme no qual me apetecia gastar dinheiro, pela trailer não era muito a minha onda e era uma boa forma de poupar alguns trocos. Contudo, este fim-de-semana verificamos que já estava disponível para aluguer na box da Meo e num daqueles sábados à noite, depois de uma boa comidinha caseira, parecia ser o programa ideal.

         Lá nos alapamos confortavelmente no sofá, de comando na mão e manta nas pernas, para começar a ver o filme tão aclamado pela critica e vencedor de um Óscar. E começamos a ver... E fomos vendo, e fomos esperando pelos momentos Uau, que todos nos haviam dito... E continuamos a ver... E chegamos ao fim e apenas dissemos "e foi isto o filme?". Eu e Ele não ficamos nada surpreendidos pelo filme e admitimos até que não nos fascinou. Contudo, sabemos notar a qualidade da música, até a revelação do Bradley Cooper saber cantar e a Lady Gaga saber representar (nisso ela foi muito boa!), mas a história não nos agarrou nem um bocadinho. É um bom filme de domingo à tarde, para ver em família, mas não vi nenhum factor fantástico para ficar completamente rendida ao filme como toda a gente me tinha levado a crer. É um bom filme, com alguma qualidade, mas não houve dada verdadeiramente revelador comparado a tantos filmes que existem por aí. Ao longo do filme parecíamos estar sempre à espera do twist da coisa, de alguma reviravolta emocionante, mas a história em si pareceu um bocadinho cliché e não consegui ficar (de todo!) apaixonada pelo filme.

         Serei só eu com essa opinião?

 

04
Dez18

O melhor de 2018

         Com o ano de 2018 a chegar ao fim, já é tradição aqui pelo cantinho fazer a lista do que melhor vi, escrevi e senti por aí. Este ano não poderia ser excepção. Admito que foi um ano fraquinho para a sétima arte, não houve muito tempo nem muita predisposição para ver inúmeras séries, foi o ano em que menos livros li e em que menos filmes vi, ainda assim existiram aqueles que nunca nos saíram da memória.

1. Série Televisiva

       La Casa de Papel foi a série que marcou o ano, sem dúvida alguma. Esta foi a série que mais me prendeu ao ecrã e que me fez ansiar por cada novo episódio. Uma série inovadora, fora da caixa e completamente inesperada que me marcou pela originalidade. Existiram outras séries que fui vendo depois de casar, mas nenhuma me agarrou tanto como esta série espanhola.

2. O Filme

       Mas que filme fantástico! Bohemian Rhapsody foi o melhor filme do ano, é verdade que também não vi muitos, mas sem dúvida que este marcou-me. O foco na história da banda e das suas músicas foi fantástico, a história da vida de Freddy acabou por ser secundária e foi isso que tornou o filme dos Queen e de mais ninguém. Adorei o filme e valeu bem a pena a ida ao cinema numa noite de frio e chuva.

3. O Livro

       Até me sinto mal com o pouco que li este ano, mas, vá, foi tudo por uma boa razão. O livro que mais me prendeu e que mais me marcou ao longo de 2018 foi Vai e Põe uma Sentinela, uma sequela que há algum tempo que desejava ler e que não desiludiu nem um segundo. Uma verdadeira obra de arte que nos traz a uma nova realidade e a uma nova visão dos factos. Este foi sem dúvida um dos melhores livros do ano, senão mesmo de sempre.

4. A viagem

       Ai que este ano foi tão pobre em passeios... Mas quando viajamos foi há grande! A nossa lua-de-mel foi no México, um local que superou completamente as minhas expectativas. Foi uma viagem de sonho, onde tudo correu bem, onde conseguimos passear e descansar. Apesar da falta de passeios ao longo do ano valeu a pena esperar e fazer a viagem que Ele tanto queria.

5. O Post

       Este ano foi um ano de bons posts, fosse sobre o minimalismo ou até sobre os preparativos para o casamento e o conceito felicidade, mas não poderia de deixar de referir o post que partilhei com vocês o dia do meu casamento. Demos finalmente o Nó foi o post que marcou a minha mudança de vida, onde partilhei tudo aquilo que senti num dos dias mais felizes da minha vida e que realmente marca o ano de 2018. Foi tão bom partilhar tudo isso com vocês!

         2018 foi um ano cheio de coisas boas e as provas disso estão aqui neste cantinho.

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