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justsmile

27
Dez18

Para 2019...

       O ano de 2018 foi sem dúvida um dos melhores anos da minha vida, mesmo com apenas metade da lista de objectivos concluída. O facto de ter ficado meia lista por realizar fez-me ponderar melhor os objectivos para o próximo ano, quis definir para mim própria coisas mais palpáveis, mais realistas e mais concretizáveis. Consegui parar para imaginar como seria o meu próximo ano, o trabalho que viria em 2019 e como conseguiria nele encaixar os meus objectivos, assim surgiu esta lista de objectivos. É verdade que nem toda a gente se dá com objectivos, é também verdade que nem toda a gente os segue lá para meio do ano, mas eu sei que comigo funcionam e aqui fica a minha lista de desejos para 2019.

        Ler 12 livros, se 2018 foi um ano fraco para as minhas leituras, em 2019 tenho de compensar tal facto. Durante o próximo ano preciso de encontrar tempo para mim e ao encontrar tempo para mim, encontro para os meus livros. Este ano tenho de desenvolver melhor a minha rotina e nela conseguir integrar a leitura, além de que espero (espero mesmo!) que este seja um ano com menos correria.

       Poupar para a casa nova, poupar continua a ser uma das palavras de ordem e o nosso próximo investimento é daqueles que será para a vida toda. A ideia seria ainda durante 2019 começarmos a construir a nossa casa, mas pelo andar da carruagem a coisa não vai lá, assim o objectivo será juntar o máximo possível para conseguirmos a nossa casa. Nada grandioso, nada 'Uau', mas um lugar a que possa chamar de 'a nossa casa'.

       Umas férias de verão boas, por causa desta coisa de construir casa Ele tirou-me o tapete dos pés e obrigou-me a deixar as viagens de lado (admito que ainda é coisa que me irrita um bocadinho), logo capitais europeias estão fora de questão. Ainda argumentei com Grécia ou Itália, mas a coisa não funcionou. Espero pelo menos conseguir umas boas férias ao sol, de pé na areia e com algo bonito para visitar.

       Terminar a pós-graduação, este é um dos objectivos mais importantes. Quero terminar a pós-graduação, lá para Julho, e com sucesso. Quero dar mais este passo na minha vida profissional e logo se verá os passos seguintes, no entanto em 2019 esta terá de ser uma das minhas prioridades.

       Fazer um workshop de culinária, desde que casei que tenho percebido que cozinhar é para mim um momento de relaxamento e de prazer. Dá-me gosto cozinhar, mas admito que não sou muito de arriscar com ingredientes que não conheço e gostava de em 2019 conseguir fazer um workshop de culinária para me desinibir um bocadinho na cozinha. É verdade que em 2018 esse já era um objectivo, mas a falta de tempo e a incompatibilidade de horários ditaram a falha desse objectivo, por isso que venha o próximo ano para o ver concretizado.

      Voltar à piscina com regularidade, tem de ser! Não há hipótese! As minhas costas já se queixam, já me sinto uma velha com os músculos perros e agora não posso encontrar desculpas. Tenho de voltar DE VEZ à piscina e não pode ser só uma vez por outra...

       Fazer pelo menos duas escapadinhas por Portugal, já que Ele não me deixa ir conhecer uma capital europeia tem de me compensar de outra forma. Por isso, durante o próximo ano temos de pelo menos fazer duas escapadinhas pelo país. Uma já está agendada para o mês de Janeiro (diga-se de passagem que foi a prenda que lhe dei de aniversário) e a outra ainda tem de ser ponderada, mas quero conhecer sítios novos!

         E ainda há tanto que quero que aconteça durante o próximo ano. Quero conseguir relaxar mais e conviver mais com a família e amigos que ao longo do último ano foram prejudicados. Quero mais jantaradas lá em casa. Mais momentos de sofá e manta com o comando na mão. Mais domingos a fazer bolos. Mais momentos para cuidar de mim. Mas principalmente, que 2019 venha com mais aprendizagens, com mais minimalismo, com mais desperdício zero e com mais felicidade!

           E quais são os vossos objectivos para 2019?

25
Set18

E tu quem queres ser?

(Imagem retirada daqui)

 

       Quando era pequena imaginava-me uma mulher crescida, cheia de confiança e que transmitia a sensação de bem estar. A imagem de mulher adulta para mim era uma mulher sorridente, com uma carreira e, infantilmente, em cima de uns saltos altos, talvez um bocadinho a imagem de mulher executiva. Lembro-me bem de ser criança e olhar para algumas mulheres que transmitiam poder e dizer para mim própria "um dia quero ser assim", queria ter a sensação de que controlava tudo à minha volta e que toda eu era uma espécie de rocha poderosa. Pois bem, cresci, nem sempre com a auto-confiança que um dia imaginei e deixei os saltos altos algures pelo caminho, mas hoje sinto-me eu própria e com essa confiança que tanto desejava. Hoje, ao pensar no que um dia imaginava ser, vejo que me tornei em alguém ainda melhor do que algum dia poderia imaginar, que estou exactamente onde queria estar.

       Não sou uma pessoa de trato fácil, sei que por vezes corto as relações radicalmente quando algo me magoa. Sei que sou teimosa que chegue e que por vezes o meu lado feminista se alia ao exagero (nada de extremismos!). Não sou a pessoa mais carinhosa à face da terra e nem sequer sou a pessoa mais paciente. Não faço fretes com quem não gosto, a não ser que seja estritamente necessário, e nem sequer me dou ao trabalho de fingir ser aquilo que não sou. E apesar de todos estes 'ses' sei que o meu outro lado, o das coisas boas, equilibra tudo o resto. Posso não ser muito carinhosa, mas sou muito humana e humanitária. Posso ser teimosa, mas peço desculpa e dou o braço a torcer quando necessário. Odeio fazer fretes, mas porto-me educadamente quando necessário, mesmo que não goste da pessoa à minha frente. Sou trabalhadora, nunca deixo de lutar por aquilo que quero e nem sequer me atiro para o chão a fazer de vitima (apesar, naqueles dias mesmo muito maus, sinto que tenho de me vitimizar, mas é raríssimo!). Faço voluntariado, envolvo-me na minha comunidade e agora encontrei um emprego que ainda me faz envolver mais nestas questões sociais. Não paro, se por um lado é terrível ter sempre a agenda cheia, por outro é o que me faz sentir útil, sentir integrada. E amo, quando amo, amo de coração inteiro, de todo o meu ser.

        E o mais importante? Sinto que nunca desisti de mim, de melhorar, de aprender, de mudar. Olho para os últimos anos e vejo que a reflexão me levou a uma maior aprendizagem sobre mim mesma, encontro aquilo que quero mudar e tento, insisto, até alcançar a mudança. Não é fácil identificarmos os nossos próprios erros e defeitos, não é fácil perceber por onde pode começar a mudança, mas é possível. É possível mudar, crescer e sinto que nos últimos anos é isso mesmo que tenho feito. Leio pessoas que me inspiram à mudança, leio vidas que me intrigam que me fazem desejar pela mudança, pelo crescimento pessoal e tudo isso me leva a uma vontade ainda maior de crescer, de me transformar em alguém ainda melhor. Acredito que este processo é infinito, que nunca paramos de nos transformar, mas sinto-me cada vez mais perto da pessoa que sempre quis ser. Ainda há muito trabalho pela frente, ainda há mudanças a fazer, mas sinto que a cada dia que passa tenho mais orgulho na pessoa que me estou a tornar.

05
Jan18

Começar o ano com um bocadinho de Minimalismo

(Imagem retirada daqui)

 

       No ano que passou, que apesar de já parecer longínquo não o é, deixei-me envolver um bocadinho pelo minimalismo. Lá em cima, no canto esquerdo, tem agora um menu que vos leva para esta aventura que tem sido dedicar-me um pouquinho ao minimalismo. E se há algo que 2017 deixou foi uma vontade enorme de continuar a investigar sobre esta temática, de me continuar a deixar entrar no espírito do que é o minimalismo. Esta vontade de querer deixar o stress do dia-a-dia de lado, esta vontade de querer continuar a levar a vida com calma e com prazer, está cada vez mais em mim e por isso tenho tanto desejo de continuar a deixar-me levar nesta onda simplista. De uma forma pouco ou mais inconsciente, apercebi-me que o Natal em si já foi um pouco mais minimalista, não recebi muitas prendas e nem as desejei. Foquei-me mais em estar na presença da família, em brincar com os meus sobrinhos e até em dar os pequenos presentes à família, que de uma forma ou de outra, faziam jeito. Não me enchi de coisas desnecessárias, nem de coisas que pouca utilidade teriam para mim. De uma forma simples, pura, este Natal acabou por ser um dos mais Minimalistas de sempre na minha vida.

        Assim, senti-me inspirada para começar o ano com um bocadinho mais de minimalismo e quero estende-lo a todos os aspectos da minha vida. Quero sentir o corpo são, a mente leve e até os sentimentos mais puros. Tudo o que iniciei nesta minha jornada durante o ano anterior quero preservar, manter e melhorar neste novo ano. Durante as últimas férias esqueci-me bastante das minhas obrigações e além do estritamente necessário, dediquei o tempo a mim. Dediquei-me a ver filmes que me faziam sentir bem, dediquei longas horas à minha cama e até ao meu sofá. Foram sete dias de relaxamento, mesmo com os pais doentes, mesmo com a preparação do Natal e do Ano Novo, consegui encontrar a tranquilidade que desejava durante esses dias. E para começar o ano sinto que preciso de fazer algo novo para melhorar o minimalismo na minha vida, tenho a noção de que estou precisar de destralhar dois armários em casa, tenho a noção de que tenho de limpar ainda mais as superfícies dos meus armários, mas estou também a precisar de o fazer um bocadinho mais a nível interior, reorganizar-me. A agenda e os objectivos mensais já não são suficientes, sinto a necessidade de me reinventar e não sei bem onde por onde lhe pegar. Decidi que este ano iria praticar a Gratidão com o frasco, decidi que a minha futura casa (nossa, já só faltam 6 meses para o casamento???) iria transmitir mais tranquilidade e serenidade, mas continuo a sentir que preciso de algo mais. Talvez seja meditação, talvez simplesmente novas experiências, talvez sinta que preciso de sair um bocadinho mais da minha zona de conforto. Ainda não sei bem definir, mas sinto que quero começar o ano com um bocadinho mais de minimalismo, assim:

       - Decidi voltar a revolver o meu armário da faculdade, sei que lá no fundo há mais coisas que precisam de ir para a reciclagem, há mais coisas que precisam de serem arrumadas;

      - Decidi que preciso de desenvolver uma arrumação para as minhas coisas de trabalhos manuais, principalmente desde que fiz os convites que compreendi que esta área não está arrumada, simplesmente atirada para uma caixa;

      - Decidi que quero deitar agendas antigas para o lixo, este blog serve-me melhor do que ninguém para avivar as minhas memórias e não preciso de agendas antigas para o fazer;

       - Está na altura de organizar as minhas facturas de 2017 e colocá-las direitinhas para a época do IRS;

      - Decidi que vou dedicar um pedacinho do meu tempo a reorganizar este blog, preciso de rever tags, de organizar os menus, como vou fazer isso a um blog com quase 10 anos? Não faço ideia, mas aceito sugestões.

       - Mais que tudo isto, decidi que mereço sentir-me bem, que mereço ser uma pessoa mais tranquila e que vou tentar ao máximo deixar os pensamentos e os sentimentos negativos de lado. Eu acredito que mereço mais e melhor.

       Estas não são resoluções, são decisões tomadas com base em como me sinto, em como preciso de continuar e não estagnar. Não quero conformar-me com o que tenho ou com o jeito que sou, quero ser mais, quero ser melhor, quero ter melhor e menos. Hoje tenho a consciência e a capacidade de dizer o que me faz bem e esta caminhada tem sido uma dessas coisas. Ler, reinventar-me, crescer, faz-me muito bem!

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