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justsmile

04
Dez18

O melhor de 2018

         Com o ano de 2018 a chegar ao fim, já é tradição aqui pelo cantinho fazer a lista do que melhor vi, escrevi e senti por aí. Este ano não poderia ser excepção. Admito que foi um ano fraquinho para a sétima arte, não houve muito tempo nem muita predisposição para ver inúmeras séries, foi o ano em que menos livros li e em que menos filmes vi, ainda assim existiram aqueles que nunca nos saíram da memória.

1. Série Televisiva

       La Casa de Papel foi a série que marcou o ano, sem dúvida alguma. Esta foi a série que mais me prendeu ao ecrã e que me fez ansiar por cada novo episódio. Uma série inovadora, fora da caixa e completamente inesperada que me marcou pela originalidade. Existiram outras séries que fui vendo depois de casar, mas nenhuma me agarrou tanto como esta série espanhola.

2. O Filme

       Mas que filme fantástico! Bohemian Rhapsody foi o melhor filme do ano, é verdade que também não vi muitos, mas sem dúvida que este marcou-me. O foco na história da banda e das suas músicas foi fantástico, a história da vida de Freddy acabou por ser secundária e foi isso que tornou o filme dos Queen e de mais ninguém. Adorei o filme e valeu bem a pena a ida ao cinema numa noite de frio e chuva.

3. O Livro

       Até me sinto mal com o pouco que li este ano, mas, vá, foi tudo por uma boa razão. O livro que mais me prendeu e que mais me marcou ao longo de 2018 foi Vai e Põe uma Sentinela, uma sequela que há algum tempo que desejava ler e que não desiludiu nem um segundo. Uma verdadeira obra de arte que nos traz a uma nova realidade e a uma nova visão dos factos. Este foi sem dúvida um dos melhores livros do ano, senão mesmo de sempre.

4. A viagem

       Ai que este ano foi tão pobre em passeios... Mas quando viajamos foi há grande! A nossa lua-de-mel foi no México, um local que superou completamente as minhas expectativas. Foi uma viagem de sonho, onde tudo correu bem, onde conseguimos passear e descansar. Apesar da falta de passeios ao longo do ano valeu a pena esperar e fazer a viagem que Ele tanto queria.

5. O Post

       Este ano foi um ano de bons posts, fosse sobre o minimalismo ou até sobre os preparativos para o casamento e o conceito felicidade, mas não poderia de deixar de referir o post que partilhei com vocês o dia do meu casamento. Demos finalmente o Nó foi o post que marcou a minha mudança de vida, onde partilhei tudo aquilo que senti num dos dias mais felizes da minha vida e que realmente marca o ano de 2018. Foi tão bom partilhar tudo isso com vocês!

         2018 foi um ano cheio de coisas boas e as provas disso estão aqui neste cantinho.

01
Mar17

Agora percebo o alvoroço sobre La La Land

(Imagem retirada daqui)

 

La La Land estava na minha lista de 'filmes a ver' desde que vi o primeiro trailer, depois dos prémios todos que tem vindo a ganhar e depois da confusão dos Óscares, tinha mesmo de o ir ver e perceber porquê este alvoroço todo. Ontem, depois de uma eternidade para conseguir um balde de pipocas, lá nos sentamos na sala do cinema prontos para ver um musical. Há séculos que não via um musical e estava um bocadinho reticente, afinal nem sabia que o Ryan sabia dançar.

Sentei-me confortavelmente na cadeira do cinema, umas pipocas na mão e os óculos bem limpos e começou o filme. E oh que filme! Oh que maravilha mágica que a tela de cinema me fez sentir. As cores, as músicas, as coreografias, era tudo tão giro que quase parecia ter sido transportada para um filme da Disney. Há muito tempo que não via um filme assim, tão divertido, com músicas tão mexidas que dá quase vontade de levantar da cadeira e dar uns passinhos de dança. Um filme cheio de cor nos momentos apropriados, cores vivas, cores alegres, mas também cores menos alegres em momentos menos felizes. Um jogo de imagens, cores, efeitos tão básicos, tão simples, mas que voltam a dar ao cinema o verdadeiro sentido do cinema e de Hollywood. 

Emma Stone surpreendeu-me com a facilidade com que parecia dançar, cantar e interpretar uma personagem que parecia um bocadinho dela própria. O Óscar foi sem dúvida bem entregue, ela parecia estar perfeitamente enquadrada naquele cenário, parecia fazer parte dela. Já Ryan Gosling, é... deixou um bocadinho a desejar. O homem estava demasiado concentrado, demasiado tenso nos passos de dança, e nem sequer o posso censurar, eu nunca faria tão boa figura como ele. No entanto, precisava de parecer um bocadinho mais relaxado, um bocadinho mais solto nos passos de dança, apesar de na sua totalidade ter achado que fez um bom trabalho.

Mas se adorei as cores e os cenários, também fiquei apaixonada pela música original 'City of stars'. Ai que a música fica no ouvido! Não só fica no ouvido como consegue entrar no coração, deixar-me nostálgica e com uma vontade enorme de ir ali aprender a dançar. A música é simplesmente perfeita, com os acordes certos e mesmo as vozes dos actores (que não nada demais) parecem encaixar-se de uma forma tão perfeita que quase parece que podia ser eu e Ele a cantarmos tais palavras. A música do filme mexe connosco, e quantas vezes dei por mim na sala do cinema a bater o pézinho e a sentir os dedos da mão a acompanhar o ritmo.

Vá, mas sejamos sinceros, o filme não é um dote de génio, nem lá perto, mas é uma lufada de ar fresco. Parece que Hollywood regressou com todo o seu poder para nos fazer sentir felizes, querer dançar e transformar a nossa vida num musical.

Agora sim, percebo todo o alvoroço envolta de La La Land e apenas tenho a dizer, é merecidíssimo.

 

18
Mar16

Livros vs Filmes

(Imagem retirada daqui)

 

Sou adepta de livros (ainda não tinham percebido, pois não?), mas a verdade é que também gosto muito de cinema. Acho que são os dois passatempos que mais prazer me dão, isso aliado às séries. No entanto, existe sempre uma enorme controvérsia em volta destas duas temáticas, qual será a melhor? Os livros ou os filmes?

Os viciados em livros dirão imediatamente os livros e aqueles que pouco gostam de ler, afirmarão que os filmes são mil vezes melhores. Eu, acabo por ter uma opinião diferente para cada livro e filme. Acho que cada um é um caso e há filmes tão bons como os livros, apesar de alguns 'ses'.

Ao longo da minha (breve) vida já tive casos de desejar ler livros porque gostei dos filmes, 'One day', 'Anna Karénina', 'A culpa é das estrelas', entre outros. Fiquei tão encantada com os filmes, tão envolvida naqueles enredos que quis ler os livros o mais rápido possível. 'Porquê?' Perguntou-me muita gente, 'Se já viste o viste filme, agora não vai ter piada nenhuma leres o livro!'. O que as pessoas não sabem (pelo menos leitores frequentes) é que as coisas que nem sempre parecem esclarecidas nos filmes, estão explicitas nos livros. Pequenos pormenores, pequenos detalhes da história que não conseguiram ficar explícitos no grande ecrã. Além de que, num livro há uma transmissão de sentimentos e pensamentos que muitas vezes não conseguem ser transmitidas pelos actores e pelos realizadores, conseguimos conhecer tão bem as personagens como elas próprias. E quando gostamos muito de uma história, no cinema dura uma hora, no máximo duas e num livro podemos levar dias a estarmos envolvidos num mundo tão diferente do nosso.

No entanto, tenho uma preferência, ler os livros e depois ver os filmes. É fácil de encontrar as razões para tal escolha, simplesmente porque adoro comparar o mundo que criei na minha cabeça, com as imagens que o realizador tentou transmitir. Por vezes, até a interpretação do livro acaba de ser ligeiramente diferente da minha, o que me leva a ver novas perspectivas das mesmas palavras que li. É emocionante, quando gostamos muito de um livro e o vemos passado para o ecrã. Criamos expectativas, tentamos verificar se a personagem sempre usa o cabelo como imaginamos, se a personalidade é tão risonha como a que pensamos, ou se aquele restaurante terá a mesma decoração que era descrita no livro. É a passagem da nossa imaginação para a realidade de alguém que me faz gostar tanto de ler os livros e ver depois os filmes.

Havendo coisas maravilhosas dos dois lados, cinema e livros, então porquê a existência de debates tão acesos sobre a temática? É simples, acho que os leitores por vezes se esquecem que tudo o que está num livro é, literalmente, impossível de ser transmitido num filme. Há sempre de faltar pormenores, explicações, pelo simples facto de um filme ter tempo limitado e um livro ter as páginas que se considerarem necessárias. Se um filme for fiel à história, se contar o essencial de forma, mesmo que resumida, já fico satisfeita. 'A rapariga que roubava livros', um dos meus livros preferidos, é um desses casos. Há pormenores que faltam, pequenas emoções que não foram transmitidas pelos actores que achei perfeitas no livro, mas fiquei satisfeita com o resultado final. O realizador fez justiça à história e às personagens, sem lhes roubar a essência e alterar dados, assim como acontece com tantos outros filmes. O mesmo não posso dizer do último filme que vi, depois de ter lido o livro 'O clube de leitura de Jane Austen' (um filme que já tinha visto, mas não me recordava). Senti-me totalmente enganada porque a história era superficialmente a do livro, criando no filme muitos mais enredos que não existiam e uma atmosfera romântica que a autora não nos transmite no livro. Senti que a sua história tinha sido adulterada de forma a vender mais e que a única coisa semelhante eram os nomes das personagens e o título do livro.

Resumidamente, gosto de livros e filmes e se um filme seguir a essência do livro já me sinto satisfeita. E sim, continuarei a ler livros depois de ver os filmes, caso se justifique tal coisa. Não sou louca, não é perda de tempo, é simplesmente envolver-me de forma mais profunda em algo que gostei.

 

E vocês? Filmes ou livros?

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