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justsmile

13
Dez16

Objectivos conseguidos de 2016

Todos os anos defino objectivos para mim mesma. Tento desafiar-me mais um bocadinho  e tento dar mais um passinho, tanto para conseguir os meus objectivos como para crescer pessoalmente. Acabo sempre por criar objectivos que sejam atingíveis, com mais ou menos dificuldades. Este ano os objectivos de 2016, foram atingidos com (quase) muito sucesso.

1. Consegui poupar, não consegui tanto quanto queria porque o trabalho demorou em chegar e depois tive de fazer um enorme investimento em roupa, ainda assim, olhando para a conta bancária fiz um bom pé de meia.

 

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2. Pintar o cabelo, Yei! Pintei o cabelo pelo primeira vez na vida. Gostei bastante do efeito final, mas admito que tão cedo não volto a fazê-lo, é preciso a paciência que não tenho para ficar na cabeleireira.

3. Ler pelo menos 20 livros, CHECK! Aliás, pensava que o meu desafio era ler 25 livros, mas afinal consegui ler até ao momento 22 (estou a terminar o 23º). Este é sem dúvida um desafio a manter para o ano de 2017.

4. Diminuir o meu sedentarismo, sem dúvida que este ano me portei muito melhor no que toca a fazer exercício. Comecei a fazer piscina e criei de tal forma uma rotina que não indo uma semana, na seguinte já sentia o corpo com demasiada tensão. Fico mesmo contente por ter conseguido atingir este objectivo e deixar de lado a preguiça.

5. Oportunidade de emprego, consegui. Não o emprego de sonho que pensava, não o que sempre idealizei e muito menos na área. Mas a verdade? É que agarrei as oportunidades que me surgiram e hoje, apesar de não trabalhar na minha área de formação, sinto-me satisfeita.

6. Encaminhar a minha vida, estava prevista a confirmação no final de Dezembro, no entanto passou para 2017. Contudo, acredito que agora sim, eu e Ele começamos a ter a vida mais ou menos encaminhada como tanto desejávamos.

 

E vocês, que objectivos conquistaram em 2016? 

 

 

 

13
Set16

A experiência de pintar o cabelo

IMG_20160912_202453.jpg

(Imagem de Just Smile)

 

Uma das minhas resoluções de ano novo era pintar o cabelo. Parece banal, quase todas as mulheres à face da terra já pintaram o cabelo. Pois bem, aqui a Just, a única vez que pintou o cabelo foi em casa e a cor foi exactamente a mesma que a do próprio cabelo. E porquê uma resolução destas? Simples, precisava de sair da minha zona de conforto. Ora não pintava o cabelo porque não queria gastar dinheiro, ora não pintava porque tinha sempre a sensação que ia ficar ridícula. Fui adiando, adiando e sabia que ao definir como resolução de ano novo isso iria obrigar-me a entrar em cumprimento comigo própria. Ainda assim continuei a adiar, ou porque não ia à cabeleireira e não me apetecia ir só para pintar, ora porque estava desempregada, ora porque não tinha definido nada na minha mente. Este sábado passado acabaram-se as desculpas. Andava desesperada para cortar o cabelo comprido que nunca na vida tinha tido e estava decidida que ia pintar o cabelo.

Cheguei à habitual cabeleireira, sentei-me à espera, enquanto lia Harry Potter e ouvia uma conversa de senhoras reformadas demasiado ocupadas e preocupadas por estarem ali à espera de serem atendidas. Quando chegou a minha vez disse que queria pintar, a mulher, que já me conhece e com quem convivo de longe a longe, questionou-me como queria. Ora, sabia que queria tons vermelhos e não queria pintar o cabelo todo, se isso eram madeixas eu já não sabia dizer. Lá aprendi a diferença entre madeixas e nuances e optei pelas nuances avermelhadas que agora trago no cabelo. Mas foi quando me apercebi que ia encher o cabelo de chumbo e de tinta cor de beterraba que me assustei pela primeira vez “Tens a certeza que não vai ficar desta cor?”, “Não, está descansada que não fica, vais ver que vai ficar giro”, “Mas tens a certeza?”, admito que quando vi aquela cor na tigela confiança não era o meu forte.

Depois de quase uma hora com o cabelo anti-contacto-com-aliens, depois de duas lavagens e uma enorme tesourada ao cabelo, lá vi o resultado. “Hummm… até gosto.”, não parecia a pessoa mais segura daquilo que dizia e fiquei demoradamente a olhar para o espelho, e só perguntei “Vão ficar mais escuras?”, ela lá abanou a cabeça e disse que sim. Vim embora e ao fim de dois dias ainda não estou habituada a esta mudança, gosto, mas é estranho olhar-me ao espelho e ver o cabelo com pedaços vermelhos espalhados pela cabeça, quase como se me tivesse passado spray na cabeça.

Resultado desta experiência? Gosto, mas não a volto a repetir e nem é pelo preço, nem pela cor, até porque a mudança fez-me bem e dá-me o ar rebelde que não tenho (só quando vêem a tatuagem nas costas é que dizem que não devo ser a santa que pareço), mas por uma simples razão: não tenho paciência. NOSSA! Têm noção que perdi mais de duas horas da minha vida num salão de cabeleireira para me encherem a cabeça de chumbo, pintarem com uma trincha fios de cabelo, para ficar com dores de pescoço por mal me conseguir mexer e depois ainda me terem de secar e cortar o cabelo? Sou muita coisa, mas paciente não é definitivamente o meu forte.

Ainda assim, gostei da experiência, mas tenho a certeza que não me voltam a apanhar nesta.

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