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justsmile

23
Nov15

E a sorte continua...

(Imagem retirada da Internet)

 

Não sei se já aqui falei do meu bolinhas, o meu carro. Antes de ser meu era da minha cunhada, que com a família a crescer decidiu passar-mo como testemunho. Pequenino, com direcção assistida (graças a deus!) ao contrário do anterior que conduzia, e a gasóleo. Gosto imenso do meu carro, mas já me aconteceu de tudo. Coitadinho, é preciso ter em conta que também tem quase 20 anos. Mas há algo peculiar no meu carro, pelo menos desde que me chegou à mão, o fecho central nunca fechou. Em brincadeira, com os amigos que tantas vezes andaram no meu carro, costumava dizer que "O meu carro proporciona a comunicação", simplesmente porque abria a porta do pendura e os meus amigos tinham de me abrir a porta e todas as outras portas. Sim, porque para além do fecho central não funcionar, o canhão da porta do condutor também não funciona. Mas nos últimos 5 anos, apesar de me ter esquecido das chaves duas vezes no carro, nunca foi um problema. Hummm... talvez aquela vez que tive de entrar pela mala no carro porque não me tinham deixado espaço para entrar pela porta do pendura, mas pronto. Pormenores.

Então, no sábado passado lá fui eu, Ele e um amigo tomar café. Algo perfeitamente normal, levamos o meu carro porque o d'Ele está novamente no mecânico. Tomamos café, outros amigos vieram ter connosco e passamos um bom serão. Assim que saímos do café, corremos para o carro porque estava um frio de rachar. Ele dá-me a chave para a mão para abrir a porta do meu lado e nada, tento, volto a tentar e nada. 

- Ele, a porta não abre. - digo eu perfeitamente normal.

- Como não abre? Abre isso que está frio.

- Não estás a perceber, não abre! - o meu amigo e Ele ficaram a olhar para mim e eu voltei a tentar abrir a porta mas nada.

- Pronto, isto arranja-se, entra-se pela mala. Não é certamente a primeira vez e não me parece que vá ser a última. - começo eu a abrir a mala, que parece o código de um cacifo, e em frente ao café onde nunca tínhamos estacionado entrei pela mala do carro e tentei abrir uma das portas traseiras.

- M**** o fecho partiu! - nisto, já devia estar toda a gente a pensar que eu estava a assaltar o meu próprio carro, e ainda fico com a porra do plástico na minha mão e a porta fechada. Lá consegui abrir a outra porta (nisto, já só restam 2 com os fechos) e entramos no carro e eu danada com a minha sorte.

Hoje, novo dia, nova aventura num carro em que não se pode fechar as portas. Fui buscá-lo ao trabalho, porque a carrinha dele continua no mecânico, e tivemos de sair por dois minutos. Por esquecimento tranquei a minha porta e quando lhe pedi para abrir quem fica com o plástico do fecho na mão? Ele, é claro.

E neste momento quantas portas tem o meu carro? 5. Quantas dessas portas abrem e fecham? 1, a da mala.

Haja sorte e muiiiiiiita paciência!

18
Nov15

Preciso de ir à bruxa?

(Imagem retirada do Facebook da Rádio Comercial)

 

Depois de ter visto que hoje era dia do ocultismo e ter visto em primeira página no Lifestyle se era altura de ir à bruxa, com a sorte que ando questiono-me mesmo se deveria ir à bruxa. Não sou crente nessas coisas, mas 2015 deve ter trazido consigo o seu lado pior aqui para a Just. O ano parece não ter fim e se em Janeiro já questionava as suas brincadeiras de mau gosto, imaginem agora em Novembro. Não houve um único mês de descanso, houve sempre problemas e alegrias só encontro realmente duas, o nascimento do terceiro sobrinho e afilhado e Ele ter conseguido arranjar emprego, de resto foi um ano arrasador. Então façamos a lista:

 

- Em meio ano perdi dois familiares próximos e tive de lidar com a situação, como se fosse gente crescida (além de que o falecimento do segundo familiar afectou-me de tal forma que ainda me vêm as lágrimas aos olhos);

- A máquina de lavar louça que morreu, o cartão do banco que perdi, a revolta das carteiras, o carro que não quer sair do sítio, o esquentador que só dá água fria e outras tantas pequenas maravilhas.

- Ter voltado a ficar desempregada, a informar que eu e Ele, desde que estamos juntos, só trabalhamos ao mesmo tempo durante 2 meses (se tanto), quando um arranja emprego o outro fica desempregado.

- A gripe de verão, a terapeuta da fala afónica, a intolerância à lactose e a virose que a gerou.

- Os problemas familiares, a paciência para aturar a avó e o primeiro Natal em casa (este ainda se aproxima).

- Os amigos que se afastaram e me levaram a questionar se sempre o foram assim.

- E agora, um atentado em Paris, que faz com que Ele se questione mais que eu sobre a nossa viagem, a única coisa que me tem mantido entusiasmada nas últimas semanas de desempregada.

 

E agora me pergunto, mesmo eu não acreditando na coisa, não será altura de ir à bruxa? Até vocês em determinado post me aconselharam a ir à bruxa! Sinto-me cansada de 2015, sinto-me cansada de a sorte ter andado sempre a fugir de mim este ano, de não ter havido um único momento de paz. Se não era isto, era aquilo e até as pequenas coisas se decidiram revoltar e atormentar o resto dos meus dias. Sinto-me verdadeiramente cansada, será que a bruxa me resolverá o problema? Cá em casa dizemos muitas vezes 'devias ir à bruxa', mas sabemos que ninguém leva a sério, mas depois de tantos percalços questiono-me senão deveria começar a acreditar.

E vocês? Acreditam nisso?

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