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justsmile

29
Dez15

Finalmente 2015 acaba! Ufa!

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Este ano de 2015 foi absolutamente terrível, não houve um único momento de descanso e já há muito que andava ansiosa por ver este ano pelas costas. Se começou mal, não terminou de maneira muito melhor e contam-se pelos dedos de uma mão as coisas boas que aconteceram. Se em Janeiro já rogava pragas a este ano, imaginem como termino agora! Foram cartões de multibanco perdidos, foram as revoltas das malas e dos aparelhos tecnológicos. Foi uma terapeuta da fala ficar sem voz, foram as aventuras do IEFP, gripe em pleno verão (penso que até nos dias mais quentes de um verão chato) e até poupar para voltar a ser desempregada. E... voltar a ser desempregada. Foram as aventuras de entrar duas vezes pela mala do carro, foram até contas surpresas com mais de dois anos de validade que levaram à criação de mini-avc's na Just. Foram os dois lutos dos avós com apenas meio ano de distância, foi o rezar para a avó não falecer 'comigo' e não ver esse desejo cumprido. Como vêm, não foi um ano naaaaada fácil. Com tanto azar e com tanta coisa a acontecer de mau, questionei várias vezes se deveria ir à bruxa ou se poderia processar a astrologia. Acabo o ano cansadíssima de tanta inconstância.

Mas há que procurar o lado bom das coisas, certo? Nasceu o terceiro sobrinho para dar uma alegria extra à família, que se tornou meu afilhado e d'Ele. Finalmente realizei o meu sonho de ir a Paris para o qual poupei um ano inteiro e há anos que o vinha a adiar. Tive muito amor este ano d'Ele, da família e muitos foram os momentos em que fui mimada e acarinhada. Tornei-me ainda mais romântica, mesmo sem saber porquê (e vocês foram testemunhas de tal coisa). Foi o ano em que conheci a Magda e a Maria das Palavras que tornaram este mundo blogosférico ainda mais real para mim. Foi um bom ano para o blog, estive mais presente e mais activa, o que me tem permitido conhecer boas pessoas. Foi um excelente ano para livros, uma leitura variada e cheia de aprendizagens. Os medos das palavras difíceis desapareceram e dediquei-me a grandes clássicos.

Com 2015 aprendi muito, arrependi-me algumas vezes. Fortaleci as amizades que valem realmente a pena, e deixei as outras pelo caminho. Engoli em vez de explodir, mas não me deixei pisar, apesar dos momentos em que senti a paciência esgotada. Cresci com os meus doentes e apaixonei-me novamente pela minha profissão (apesar do terrível desemprego). Não tive muita esperança, é verdade, mas que esta me seja restabelecida em 2016 e que me ajude a ter fé de que as coisas hão de melhorar. 

Foi um ano muito duro, que pouca ou nenhuma saudade me trará, que me lembrou tempos muito difíceis de 2007, mas ao qual sobrevivi (com mais ou menos sanidade mental, sobrevivi). Que em 2016 tenha menos azar e que o emprego me venha finalmente bater à porta!

Bye-bye 2015! Põe-te a andar e que 2016 venha cheio de coisas boas!

E o vosso 2015, como foi?

 

P.S.: 2015 - 12 vs Just - 0

29
Dez15

O Tintureiro Francês (25/15)

(Imagem reitrada da Internet)

 

Não sou muito dada à história de Portugal, admito. Tudo o que sei são de filmes, livros e das aulas de história, pode parecer muita coisa, mas acreditem que é coisa escassa. 'O Tintureiro Francês' retrata o mundo dos tecidos em Portugal e a entrada do algodão como um dos tecidos num país que só produzia lã e dava os primeiros passos nas sedas. O Marquês de Pombal teima que a Fábrica de Lãs de Portalegre se torne num dos maiores sucessos industriais no país e é ao ver que tal coisa não acontece que deixa Magalhães, um vendedor e 'traficante' de tecidos da Inglaterra e França, construir a sua Fábrica de Algodão mas com uma condição: Stéphane, o francês tintureiro de tecidos de algodão que fazem sucesso por todo o mundo, trabalhe na Fábrica de Algodão, mas que que salve a sua preciosa Fábrica de Lãs de Portalegre onde não existem condições para evoluir. É durante o resgatamento de Stéphane para Portugal que se apaixonada pela sua salvadora Teresa.

Se gostei do livro? Assim, assim. Leu-se, e no fundo aprendi alguma coisa da nossa evolução industrial e da forma como os tecidos foram introduzidos em Portugal, mas talvez por ser Portugal muitas das coisas de soberanos irritou-me profundamente. A forma como nunca pensavam no povo e apenas queriam levar a sua a avante por pura teimosia e orgulho, tivesse isso o custo que tivesse (até parecem os nossos políticos!). A escrita achei-a um bocadinho aborrecida, principalmente no início do livro (até mais ou menos meio) em que não existia acção e que a sucessão de acontecimentos surgia sem uma verdadeira ligação. As palavras são cuidadas sim, e transmitem a informação, mas falta-lhe algo que gosto de encontrar nos livros: emoção. Não é necessário um livro ser um romance para se criar emoções no leitor e acho que foi isso que faltou nesta história. De todos os livros que li em 2015, penso que este é o que fica no final da minha lista e não só por ser o último livro lido em 2015.

 

"- O livro vive do seu leitor - começou então Dom Manuel - , sem este é um montinho desprezível de folhas bolorentas. Não há livros que não devam ser livros, mas nem toda a gente pode ler todos os livros. Percebe, meu filho?"

 

28
Dez15

Desafio | O Melhor de 2015

Mula deixou-me um desafio criado pela  Aventureira e aceitei de muito bom agrado, obrigada! Como qualquer desafio, existem regras.

 

E as Regras deste desafio são as seguintes: 

- Fazer o Top 3 de Cada Item;

- Substituir um dos items iniciais por um outro à escolha, criado por vocês;

- Desafiar 3 blogs para continuar o desafio.

 

As 3 músicas de 2015:

Hurts - Some Kind of Heaven

Labrinth - Jealous

David Fonseca - Chama-me que eu vou

As 3 melhores séries de 2015:

How to get away with murder

A teoria do Big Bang

The Good Wife 

 Os 3 melhores filmes:

Admito que não fui muito ao cinema este ano, mas digo os filmes que vi e que gostei durante 2015:

A teoria de tudo

O meu nome é Alice

A Família Bélier

Os 3 momentos mais altos de 2015:

O nascimento do meu sobrinho/afilhado em Janeiro.

A viagem a Paris em Dezembro.

Amor, esteve sempre presente em 2015. 

As 3 maiores mudanças na tua vida em 2015:

Voltar ao desemprego, 2nd round.

Perder duas pessoas muito importantes da família mudou toda uma dinâmica familiar.

Sinceramente? Não sei a terceira... 

As 3 concretizações de 2015 que não foram cumpridas.

A consistência na actividade física.

Encontrar emprego, logo depois do outro ter terminado.

E mais nenhum, os outros foram concretizados.

Substituo este último item -  "As 3 músicas de 2015" por "Os 3 livros de 2015" em que os meus foram: A Bibliotecária de AuschwitzO tempo entre costuras e Anna Karénina.

 

As 3 desafiadas são:

Sofia 

M*

Magda L Pais

Inspiração do Mês

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