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justsmile

16
Fev18

Eu admito... #20

(Imagem retirada daqui)

 

... Que deixei de dar os Parabéns no Facebook!

       Desisti completamente! Mas há alguém que repara em quem nos dá os parabéns pelo Facebook? Mas há alguém que realmente valorize receber os parabéns pelo Facebook? Haverá alguém que faça a lista de quantas pessoas lhe deram o feliz aniversário? Desisti, acho que ninguém se irá lembrar se dei os parabéns ou não pelo Facebook. Têm sido muito raras as excepções, alguma família que está fora do país ou algum amigo que tenha um maior carinho e que não está por cá. Tirando isso não dou os parabéns a 90% das pessoas que estão no Facebook. Por vezes o que faço é ver lá a data e mandar uma mensagem por telemóvel, fazer uma chamada ou até dar um abraço a essa pessoa, mas chega de dar os parabéns apenas pelo Facebook. Chega de dar os parabéns a pessoas com quem não falo há anos! 

           Aliás, vou ali ocultar a data do meu aniversário e venho já!

 

15
Fev18

Missão: 100% Português

(Imagem retirada daqui)

 

       Quem por estes lados pára para ver os rótulos?

       Quem por estes lados já parou para pensar em quantos produtos portugueses tem realmente em casa?

      Eu acuso-me, nunca fiz nenhuma das duas coisas. Raramente sei de onde vêm os produtos que compro, seja comida, roupa ou objectos de dia-a-dia. Se sei de onde vieram é por mera coincidência ou porque dei de caras com a etiqueta e era impossível não ler. Talvez saiba melhor de legumes e carnes, simplesmente porque evito comprar em grandes superfícies. No entanto, desde que vi o primeiro episódio do programa da RTP Missão: 100% Português que tenho avaliado as coisas e os produtos que tenho em casa. Hoje, ao fazer o lanche para o trabalho lá me lembrei de ver de onde vinha a compota de framboesa que utilizo e lá dizia 'Portugal', inconscientemente sorri. Quantos de nós ficaríamos como o Raminhos, sem quase nada em casa, se tivéssemos de ficar exclusivamente com produtos Made in Portugal? Para já ainda me safaria, os móveis da casa dos meus pais são todos feitos em Portugal, os pratos e as panelas também, mas tudo o que é mais recente teria de ir 'viajar' para os seus países de origem. Rara é a peça de roupa que posso dizer que é portuguesa!

      O novo programa da RTP desafiou o Raminhos e a sua família a viverem seis meses com produtos exclusivamente portugueses. À primeira vista a coisa parece muito simples, no entanto, é quando se começa a pensar, a investigar e a verificar as etiquetas de todos os produtos que as coisas correm mal. Admito que quando vou às compras não reparo na origem do produto e que me preocupo mais com a relação qualidade/preço, do que com a origem. No entanto, pensando bem no assunto, é um erro crasso, primeiro porque estou a aumentar a minha pegada ecológica devido ao transporte dos produtos, como também não estou a ajudar a economia nacional. É verdade que grande parte dos produtos Made in Portugal são mais caros, nomeadamente calçado e roupa, até móveis (bendito IKEA!), contudo a nível alimentar há imensos produtos com preços competitivos e basta estar mais atenta aos rótulos para perceber isso e se poder optar por produtos portugueses. Sabiam que até já há uma marca de telemóvel portuguesa e que não é tão cara quanto isso (isto para quem dá mais de 200€ por telemóveis, o que não é o meu caso)

       Adorei o conceito deste novo programa da RTP, mais um programa para aumentar o nível de consciencialização da importância de mudança de hábitos. Mais um programa que me faz reflectir sobre os meus hábitos, sobre o meu consumo e o quanto preciso ainda de mudar. Um excelente programa para promover os produtos portugueses, porque nem tudo o que vem de lá de fora é bom. Uma óptima iniciativa para ficar a conhecer as nossas qualidades. Com certeza que irei acompanhar esta saga do Raminhos e sinceramente estou bastante curiosa, principalmente para saber onde e como irá adquirir alguns produtos que desapareceram da sua casa. Prometo que a partir de agora, sempre que o preço for justo (sim, porque por muito que queira comprar produtos portugueses continuo a ter de me cingir a um orçamento um tanto ou quanto rigoroso) optarei por produtos portugueses.

        E vocês, são 100% portugueses ou apenas 4,5% como o Raminhos? (Penso que estarei na percentagem dos 30-40%, mas isto porque ainda vivo com os meus pais, senão seria uma desgraça!).

14
Fev18

Com o pensamento nos 'últimos'

(Imagem retirada daqui)

 

        Tenho dado por mim a pensar em todos os 'últimos' momentos da minha vida de solteira. Faltam 5 meses para o grande dia (e menos um dia) e tenho-me apercebido que o tempo tem voado. E dou por mim a pensar 'olha é o último Carnaval solteira', 'olha é o último dia dos namorados solteiros', 'Oh é o meu último aniversário solteira', inconscientemente estas frases atravessam-me o pensamento de uma forma inesperada. Eu sei que em nada o casamento mudará estas datas, em nada o facto de estar casada as tornará diferentes, mas ainda assim dou por mim com vontade de as viver de uma forma mais presente, mais consciente e de as conseguir aproveitar melhor. Neste Carnaval decidi que o iria aproveitar como já não o fazia há muitos anos, mascarámo-nos com os amigos e saímos para as ruas, dançamos, bebemos e rimo-nos como não fazíamos há algum tempo. Apenas a alguns dias do meu aniversário decidi que pela primeira vez iria reunir os amigos num jantar e festejar os meus 27 anos, uma estreia! Até hoje, neste dia dos namorados, nós que nunca o festejamos, dou por mim a pensar que será o último dia dos namorados enquanto solteiros. Se é uma sensação agradável pensar que quando estas datas se repetirem estarei feliz e casada, é ao mesmo tempo uma sensação estranha e sem lhe encontrar uma boa argumentação para a descrever.

        Por isso, neste dia dos namorados, vou fazer o que costumo fazer: Nada. Eu e Ele não apreciamos propriamente o dia e por isso não vamos celebrar, como nunca o fizemos, mas a verdade é que hoje sinto uma maior necessidade de partilhar amor, uma maior necessidade de falar do amor e mesmo não gostando do dia, não quer dizer que não sinta o amor que anda pela o ar. Vou aproveitá-lo como o faço todos os dias ao seu lado, no sofá, abraçados, com uma série. Hoje vou ainda dar amor a todos os que gosto, a Ele, aos meus sobrinhos com uma videochamada, aos meus amigos e até a vocês que costumam estar desse lado. Para celebrar o dia de São Valentim não é preciso realmente nada, apenas amor. E este ano, o meu último São Valentim como solteira, será repleto de amor. 

        Feliz São Valentim!

 

         P.S.: Será que estou a tornar-me melosa? Eu?

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