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justsmile

22
Jan20

A saga da casa... #4

(Imagem retirada daqui)

       E vocês que andam desse lado devem questionar-se (ou não!), "Então Just, já começaste a construir a tua casa?", afinal já fez um ano que partilhei o primeiro post sobre a saga da casa e em setembro até escrevi um post sobre a aprovação da parte de arquitectura na Câmara, certo? Mas a resposta até é bastante simples, NÃO. "E porquê?", questionam-se vocês como se isso fosse do vosso interesse (que nem é e vocês nem se lembram sequer do assunto!), e eu nem respondo, porque se não corro o risco de esfolar algum engenheiro que anda a prolongar o meu sofrimento em fechar o crédito para a construção da mesma. É que nem o raio das especialidades ainda nos entregaram!

 

20
Jan20

Marriage Story da Netflix

(Imagem retirada daqui)

         Numa daquelas sextas-feiras em que o homem foi para o seu encontro semanal com os amigos e, depois de um jantar cancelado com uma amiga, atirei-me para o sofá a comer uma sandes de bifanas em frente à televisão e coloquei Marriage Story a dar na Netflix. Admito que poucos são os filmes que são nomeados para os Óscares que me conseguem chamar à atenção, aliás, são poucos os que vejo e que digo que gostei. Talvez esta até seja uma estreia na minha vida, em que posso dizer que gostei de um filme nomeado para os Óscares.

            Marriage Story não parece um filme ficcional, mas sim um filme sobre um casal real, daqueles que ouvimos mil e quinhentas histórias e que há sempre alguém que nos vem contar mais um pormenor da história. Este filme parece simplesmente um documentário sobre um casal real em que uma das partes se acaba por perder na outra, até ao dia em que desperta e que deseja a mudança, o fim de uma história. Quantos não são os casais em que observamos isso acontecer? Quantos não são os casais em que uma das partes se esquece de si, que vive para dar tudo ao outro e que de repente já não se lembra de quem era? Do que desejava? Eu, numa história do passado, passei por aí e foi isso que criou a minha ligação ao filme, mais do que o divórcio em si, foi a perda de alguém que me chamou à atenção neste filme. Na rotina do dia-a-dia, nas vontades dispares e na saga de tentar fazer o outro feliz acabamos por nos perder e foi exactamente isso que a personagem principal sentiu, podemos ou não estar de acordo com a forma como ela lidou com a situação ou com os motivos que a levaram a ditar o fim, mas reconhecemos facilmente aquela sensação de que ali não é o nosso lugar. Foi a simplicidade como isso foi transmitido que me prendeu ao filme.

         O divórcio, esse processo foi um outro momento de perda, não de uma pessoa, mas de duas, do casal e de cada uma das pessoas que o constituiu. É verdade que o ser humano acaba por ser incompreensível em processos de perda, de dor, cada um lida de forma diferente, mas parece que a racionalidade se perde pelo caminho e a vontade e a sede de vingança parece superior a qualquer outra coisa, nomeadamente ao bem estar de um filho. O ser mais indefeso e que menos culpa tem, acaba por ser utilizado como arma neste processo. Esta é uma história tão real como as que vemos todos os dias à nossa volta, adorei a simplicidade do filme em transmitir a nossa sociedade e o que se passa em tantas famílias, sem embelezamentos, simplesmente com a realidade. 

         Marriage Story foi um dos melhores filmes que vi nos últimos tempos.

17
Jan20

Do conforto da nossa casa

(Imagem retirada daqui)

        Sou uma pessoa verdadeiramente apaixonada pelo conforto da minha casa. Não é a casa perfeita, a casa de banho está sempre cheia de humidade, nos dias frios nota-se que o ar condicionado tem de estar mais forte, o caixote do lixo da cozinha é uma porcaria e até pouco espaço temos para guardar as nossas roupas, já para não falar da frustração que é não conseguir ter sítio para arrumar todos os meus materiais de trabalho. Mas a minha casa é a minha casa. É onde me sinto aconchegada de cada vez que chego a casa. É onde consigo respirar de alívio de cada vez que entro naquela porta. É onde não me importo de passar um fim-de-semana inteiro sem pôr o pé na rua. É a minha casa.

        Sempre fui uma menina bastante caseirinha, adoro viajar, mas adoro a sensação de regressar a casa e ter o meu conforto. Adoro passar horas no sofá a não fazer nada de especial, e quando passo muito tempo sem o fazer, parece que me sinto ressacar. É pequenina a casa, em dois passos estou no quarto, em três na cozinha e em um na cozinha, mas é a minha casa. Uma casa a que posso chamar de lar. Sei que mais tarde teremos uma casa maior, uma casa verdadeiramente nossa, mas admito que tenho algum receio em que o encanto e o conforto que tenho neste lar, seja insubstituível...

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