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justsmile

17
Dez18

Um ano inteiro de Minimalismo

(Imagem retirada daqui)

       Dei por mim, num destes dias, a pensar que este ano foi o primeiro ano inteiro que vivi abraçada ao minimalismo. Dei por mim a pensar que algures por Março de 2017 começava a dar os primeiros passos neste mundo e que algures por Outubro de 2017 estava a sentir-me um bocadinho mais minimalista do que a maioria das pessoas que conhecia. Dei por mim a pensar no que tinha mudado na minha vida e no que tinha feito ao longo desta minha caminhada. Caramba, sinto-me mesmo orgulhosa por ter descoberto este mundo, aliás por ele me ter ajudado a descobrir-me a mim mesma! Já lá vai mais de ano e meio de que a curiosidade para o minimalismo despertou em mim, mas é realmente há um ano que admiti a mim mesma e ao mundo que não queria ser igual às outras pessoas e que queria fazer melhores opções na vida. Há um ano que me auto-intitulo de um bocadinho minimalista, sei que a caminhada é longa e que nunca terá um fim, mas a verdade é que me sinto bem assim, com esta forma de ver a vida. Com este conceito, com as inspirações que segui nesta matéria consegui começar a sentir-me mais leve, um bocadinho melhor comigo mesma e com as ideias mais organizadas na minha cabeça.

     É verdade que ao longo de 2018 nem sempre foi fácil, tive os meus altos e baixos. As obras em casa, o caos que aquilo me causou e a mudança de rotinas fizeram-me sentir um bocadinho atolada de situações para resolver, mas aos poucos tudo se foi recompondo e agora posso dizer que tenho outra vez em mim um bocadinho de minimalismo. É verdade que não sou uma pura minimalista, afinal a minha árvore de Natal é tradicional, afinal tenho mais que dois pratos e duas panelas, mas apesar de não abdicar de algumas coisas pelo minimalismo, isso não faz de mim pior ou melhor pessoa, simplesmente porque consegui criar o meu próprio conceito de minimalismo. Entretanto começamos a viver juntos e Ele, definitivamente, não é minimalista, voltei a sentir-me desorganizada e desorientada, mas aos poucos as coisas foram-se recompondo e apesar da loucura que é a vida, tenho-me sentido bem com isso. O sonhos foram passando a objectivos e foram sendo concretizados ao longo deste ano e compreendi que a minha mudança de atitude perante a vida só me trouxe coisas boas e novas conquistas.

      Foi um ano inteiro de minimalismo na minha vida e sinto-me bem com sinto, muito bem, aliás! Sinto-me leve, vejo a minha casa e sinto-me no meu verdadeiro lar, menos confusão, menos desarrumação, e consegui equilibrar aqueles chinelos fora do lugar com o sinal de que aquela casa tem gente, tem vida. Consegui contrabalançar o meu minimalismo com a falta de minimalismo dele e até com a rotina do dia-a-dia. Consegui obrigar-me a parar para ter tempo para mim mesma (apesar de nos últimos tempos isso ter sido extremamente difícil e em alguns dias completamente inconcretizável). Aprendi realmente a pensar em mim, nas minhas necessidades e vontades e a conseguir distinguir o querer do necessitar (já não compro livros há meses!). Fui fútil em alguns momentos, mas pouquíssimos, cada compra foi pensada e ponderada, investigada até. Cada decisão foi discutida e argumentada e nada foi feito instintivamente. E a vida? Tentei aproveita-la da melhor maneira possível, fiquei mais consciente para o Desperdício Zero e tenho-o também tentado incutir na minha vida, mais consciente dos produtos que uso e de tudo o que está à minha volta.

       O minimalismo foi como uma espécie de tábua de salvação onde me voltei a encontrar e onde me sinto bem. Que durante os próximos anos apenas venha conseguir a crescer e a ser cada vez melhor pessoa.

14
Dez18

Todos procuramos o amor

(Imagem retirada daqui)

     Sejamos ou não mais sensíveis, pessoas mais ou menos carinhosas, a verdade é que no fundo todos procuramos um bocadinho de amor. Procuramos em todo o lado, na expectativa de que um dia ele nos surja no caminho. Podemos fingir não o fazer, podemos até dizer que isso são coisa de adolescente e até que o "amor" é uma fantasia inventada pelos escritores, mas no fundo, bem lá no fundo de um coração mais obscuro o que todos queremos é um bocadinho de amor. Quantas não são as pessoas que se agarram a alguém apenas por um bocadinho de amor? Quantas não são as pessoas que amam e não são amadas, mas vivem na esperança de um dia receber um bocadinho desse amor? O amor é um caminho para a felicidade, nem sempre fácil, mas sempre com uma retribuição enorme. E há tantos tipos de amor!

       O amor de mãe, de irmãos, de amigos, de quem dá apenas por dar. O amor pelos animais, pela profissão, pelo namorado e até pelo livro. Todos os tipos de amor, de onde esperamos sempre receber um bocadinho de algo que nos leve à felicidade. Todos procuramos o amor, estamos sempre a ver se encontramos um livro ainda melhor do que o anterior, chegamos a casa e procuramos aquela pessoa que nos espera, telefonamos ao amigo para marcar aquele café há tanto falado. Todos procuramos amor, nem que seja apenas um bocadinho. É o amor que nos aconchega o coração nos dias negros, basta um abraço para tudo parecer melhor. É com alguém que amamos que queremos festejar as nossas conquistas. É à noite, antes de dormir que queremos um beijo de boa noite para nos trazer os bons sonhos. No fundo, é o amor por algo ou alguém que nos faz levantar todos os dias da cama. E quando não há esse amor é a nossa vontade em o encontrar que nos faz levantar da cama.

        Nem todos temos sorte do amor, ele traz sempre consigo desilusões e dor, mas no final vale sempre a pena. Afinal, por muito que tenha doído iremos sempre em busca de um novo amor, seja ele qualquer tipo de amor. E no Natal? Parece que juntamente com as luzes e o cheiro a canela, o amor também anda no ar. O maior símbolo do Natal é o amor, a solidariedade e porque não dar um bocadinho de amor neste Natal? Talvez um sorriso inesperado seja o suficiente para dar um bocadinho de amor a alguém, já pensaram nisso?

13
Dez18

Nada mais tenho a comentar...

       Após esta notícia compreendo que o Governo Português defende a existência dos Portugueses de 1ª e de 2ª categoria, claro que quem está no privado são os de 2ª categoria. Sobre este assunto nada mais tenho a comentar. A ideia do Governo está vincada e apesar da minha ignorância em compreender tais razões, apenas consigo assimilar a prevalência de um país em que a igualdade não é um direito (nunca o foi).

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