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justsmile

Qua | 10.02.16

Amor em tempos de crise

(Imagem retirada da Internet)

 

O amor. Aquela palavra que só de ouvir nos preenche a alma. Para uns talvez um mito, para outros talvez uma recordação, mas para os namorados é a palavra que une um sentimento inexplicável, que simplesmente tem como nome 'amor'. Mas será o amor em tempos de crise igual ao amor de tempos mais folgados e descansados?

Para mim amor é amor. Não há crises financeiras para o amor. Amor é amar, não é preocupar-se com a carteira. Amor é tudo aquilo que não envolve dinheiro, todos aqueles pequenos gestos, todas aquelas palavras carinhosas trocadas. As promessas ditas e sentidas, com a maior das intensões de concretização. Amor é aquele beijo, aquele abraço no momento certo. Aquela mão na coxa acompanhada de um sorriso maroto. Amor é o querer falar, gritar aos sete ventos o seu nome e nada sair. É as palavras escaparem-nos da boca para explicar o sentimento, para descrever o porquê de se amar tanto alguém. Amor é estar presente. Ali, ao lado, do outro lado da chamada, do outro lado do mundo, mas ali sempre presente no coração, na fotografia, no telemóvel, onde for necessário e possível. Amor é não pensar em mais ninguém para falar quando a tristeza nos consome, quando a alegria nos preenche. Amor é amor, nada mais.

E tudo isto precisa de dinheiro? Nenhum. Nem um único cêntimo. O amor não exige grandes gestos. O amor não exige jóias caras, nem hotéis de cinco estrelas. O amor não é exigente, é compreensivo e simples. Descomplicado. As pessoas sim, exigem isso tudo e muito mais. Exigem o ramo, as rosas, a jóia, os chocolates, a lingerie e tudo o resto. É bom mimar, é bom receber presentes, mas não são eles que fazem o amor. O amor não, o amor apenas pede o coração. O amor não sente a crise, apenas a do coração. O amor não conhece a carteira, apenas o sentimento. O amor, esse, apenas quer sentir-se retribuído e vivo.

Por isso, mesmo eu estando enjoada do Dia dos Namorados, porque não este ano oferecer amor? Apenas amor. A carteira agradece e se nos entregarmos totalmente verão que o amor não sente a crise. 

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