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justsmile

Sex | 30.06.17

Bucket list para as férias!

(Imagem retirada daqui)

 

Já ando em contagem decrescente para as minhas férias (faltam só seis dias úteis, sim, dias úteis parece que está mais próximo). Ainda por cima este ano eu e Ele temos uma estreia, pela primeira vez, desde que começamos a namorar, vamos ter férias ao mesmo tempo! Não só é algo único, como algo que há muito queríamos, FÉRIAS. Andamos de rastos, tanto eu como Ele, eu porque só tive uma semana de férias durante um ano inteiro e porque comecei a trabalhar seis dias por semana e Ele porque anda tão cheio de trabalho que já nem consegue usar o botão 'off'. E de forma a conseguirmos aproveitar o máximo dos nossos quinze dias de férias (infelizmente estes já não são úteis, mas vamos voltar a usar o factor psicológico) tenho tentado apontar todas as coisas que tenho para fazer, as que são obrigatórias e as que gostava mesmo de conseguir fazer. Assim, partilho com vocês a minha lista para estas férias, que pouco descanso vão ter, mas espero que me ajudem a reorganizar a vida que tem andado de pernas para o ar.

 

Obrigações para as férias:

- Ir ao Banco, acho que está na altura de ver como está a gestão da minha conta;

- Ir às Finanças, tirar dúvidas sobre o IMI do terreno;

-  Cortar o cabelo (finalmente!);

- Ir à feira, só nas férias tenho oportunidade para isso e preciso de lençóis;

- Definir a localização da nossa futura cozinha;

- Pôr o sono em dia, este é o principal objectivo!

 

Desejos para estas férias:

- Três dias longe do mundo, com sol, piscina e um livro, ainda não sabemos onde, mas sabemos que não será por longe;

- Levá-lo a conhecer algo que Ele não conhece na cidade do Porto e jantar por lá;

- Depois de um dia de praia, jantar à beira mar um peixinho grelhado;

- Conseguir comprar as caixinhas para organizar as minhas memórias de viagens;

- Visitar a amiga do coração e a nova 'sobrinha' do coração que ainda não tive oportunidade de conhecer;

- Ver o pôr-do-sol, relaxadinha;

- Pôr a leitura em dia que este ano anda um bocado atrasada;

- Aproveitar as Sebastianas, já que no dia seguinte não preciso de trabalhar à que aproveitar as festas!

 

Sei que as listas são grandes, sei que se calhar nem vá conseguir fazer tudo, mas pelo menos tenho a vontade e o desejo de conseguir fazer tudinho o que está nesta lista. São coisas, que no dia-a-dia são difíceis de fazer, seja pelos horários, seja pelo cansaço e para isso mesmo servem as férias. As férias servem para descansar, viver e reorganizar. Tenho a esperança de conseguir fazer tudinho.

E quais os planos para estas vossas férias?

Qui | 29.06.17

Hoje apetece-me... #31

A bela de uma francesinha, com um molho delicioso e cheia de batatas banhadas em todo o seu esplendor.

A acompanhar a francesinha ia bem a vista de um pôr-do-sol, era apenas necessário aparecer o sol para que tal fosse possível.

E para finalizar o dia de forma perfeita era um passeio à beira mar e um cafézinho na esplanada.

 

A francesinha ainda é de possível concretização, o resto, com a espécie de primavera cinzenta que está lá fora, parece-me pouco provável. Mas este 'pouco' era o suficiente para tornar o meu dia de trabalho, num bom dia.

 

 

 

Qua | 28.06.17

O drama das intolerâncias alimentares

(Imagem retirada daqui)

 

Se em pequena a minha mãe se queixava que era difícil dar-me de comer, desde que sou gente que gosto de comer. Comer é um dos prazeres da minha vida. Não sou pessoa de muitas esquisitices e só me recuso a comer três alimentos. Gosto de doces, de salgados, de legumes, de peixe, de carne, tudo o que vier é bom. Mas admito que tenho uma perdição maior por doces, adoro doces! E há alturas que simplesmente me apetece comer doces, seja por conforto emocional, seja por simples apetite. Então em festas é muito fácil perder-me pelas mesas dos doces, nos pudins, bolos, mousses e afins! Até ao dia em que fiquei intolerante à lactose. Não, não é desde sempre é apenas desde 2015.

Nos últimos três anos tenho aprendido a viver com esta intolerância que, desrespeitando esta minha dieta, me provoca imensas dores e crises intestinais terríveis. Há três anos que tenho aprendido a viver com estas minhas limitações alimentares que este problema me causou. No entanto, quando me perguntam como consigo resistir é fácil dar uma resposta. Normalmente olham-me com pena, com um ar de 'coitadinha', que nunca me agradou, mas que compreendo. E a resposta que tenho sempre pronta é a mesma, é fácil explicar que as dores provadas por esta intolerância são tão grandes, tão repentinas e tão duradouras que perco imediatamente a vontade de comer seja o que for que contenha qualquer coisa à base de leite. Há dias que são mais fáceis que outros, em festas de aniversários e casamentos custa-me imenso dizer sempre que não àquelas sobremesas com as quais sabia que me ia deliciar. Outros dias enche-me uma saudade enorme de comer gelados de pau, como Magnum, Cornetos e afins (os gelados já chegaram a ser o meu maior pecado). Tenho saudades de chegar a um restaurante e não ter de me preocupar com o que peço para comer ou deixo de pedir e até tenho saudades de não ouvir a típica piada 'Ah não quer sobremesa? Faz muito bem que é para manter a linha.' ou ainda 'Mas porquê? Não gosta de queijo ou de natas?'. Tenho até saudades de comer descansadamente um bolo de massa folhada e creme e não ter de me preocupar se terei algum tipo de reacção.

Apesar de todos os 'ses' que esta intolerância alimentar me trouxe, também fez com que aprendesse muito. Aprendi a confeccionar mais refeições e doces que contenham natas, molhos, e leite, para pelo menos me poder desforrar em casa. Aprendi a ter um maior auto-controlo no que como e apesar de às vezes pecar um bocadinho, tenho conseguido controlar mais ou menos as minhas necessidades e os meus limites. Aprendi que uma intolerância alimentar ainda é vista como uma 'esquisitice' ou mesmo uma mania. Aprendi ainda que nem os próprios funcionários de restaurantes sabem, por vezes, responder às composições dos pratos que servem. E aprendi que ser intolerante não é assim tão mau quando existem males bem piores por aí. A vantagem? Desde que assim fiquei que pelo menos têm sido criados cada vez mais produtos sem lactose, sorte que não tinha no início desta aventura.

Ter uma intolerância alimentar, seja ela qual for, é muito complicado. Tem de se ter muita força de vontade para nos auto-controlarmos quando vemos à nossa frente imensa coisa deliciosa em que nem podemos tocar, mas a verdade? As consequências da sua ingestão é tão grande que aprendi a controlar-me de uma forma natural. Volto a dizer, há dias mais fáceis e outros menos, mas no fundo é uma questão de auto-protecção e não de esquisitce!

Ter | 27.06.17

Eu admito... #16

Eu admito que não suporto atum, bananas e batatas (principalmente cozidas). Não como atum de nenhuma das formas. Só o cheiro da banana deixa-me enjoada, quanto mais comer. Não como batatas cozidas, assadas e fritas não são a minha paixão, por mim dispensava as batatas.

Eu sei, é o choque para muita gente. Eu não me considero uma pessoa muito esquisita a comer, contudo estes são mesmo os três alimentos que não como, que não fazem parte da minha alimentação ou dieta. Batatas, só de longe a longe e tem de ser em puré ou fritas, caso contrário nem vale a pena mostrarem-me. De tudo o resto como, seja legumes, frutas, peixes ou carnes, não me armo em esquisita. Mas estes três alimentos estão realmente proibido no meu prato.

 

E que alimento vocês não conseguem comer?

 

 

 

Seg | 26.06.17

20 anos de Harry Potter

(Imagem retirada daqui)

 

"Já lá vão muitos anos desde que li as primeiras páginas do 'Harry Potter e a Pedra Filosofal'. Recebi-o num desses muitos natais que já passaram, foi dado pela minha madrinha e na altura a loucura do Harry Potter era enorme porque tinha acabado de sair o primeiro filme. Eu, como inculta que era na altura, nunca tinha ouvido falar desse tal rapaz com o raio na testa e muito menos nessa pedra filosofal. A verdade é que assim que comecei a ler o livro fiquei fascinada, a história tinha tanta acção e tanta magia que fiquei agarrada a ele. Depois vi o filme e muito do encanto que existia no livro desapareceu, no entanto a minha ideia do feiticeiro maravilhoso manteve-se. No Natal do ano seguinte veio então mais um livro, já tinha passado um ano inteiro e tanto eu como eles tínhamos crescido e tínhamos passado para o segundo ano, eles de Hogwarts e eu do ensino básico. E assim aconteceu nos natais seguintes, todos os anos um novo livro e um novo filme baseados nos livros. Quando dei por mim, já era uma adolescente viciada em Harry Potter e que ao ler viajava para o mundo da magia e dos feitiços.

E assim os livros de Harry Potter cresceram comigo, acho que me liguei a eles por as personagens se encontrarem com a mesma idade, por terem os mesmos pensamentos que um miúdo normal daquela idade. Cada ano que passava as suas personalidades mudavam e iam-se tornando mais fortes, assim como a minha. Eu acabei por evoluir ao mesmo tempo que eles evoluíam. Sem dúvida que o Harry marcou a minha adolescencia, foi também ele que me levou à paixão incondicional pelos livros e que me levou a conseguir fantasiar todas as palavras que entravam através dos meus olhos." Post de 19.12.2010, aqui.

Hoje faz 20 anos que o primeiro livro do Harry Potter foi público. Faz 20 anos que surgiu o menino prodígio do mundo da magia. Faz, talvez, 16 anos de que li o primeiro livro do Harry Potter. Faz aniversário o livro que mais marcou a vida vida, a saga que mais marcou a minha adolescência e a história que ainda hoje continuo a adorar. Harry Potter não é um simples livro, não é uma simples personagem. Harry Potter é toda uma geração de novos leitores.

Parabéns à J.K. Rowling pelo mundo em que nos deixou entrar!

 

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